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'Drill', apontado como uma das lideranças do 'Terceiro Comando Puro' em Niterói, é solto por falta de provas

Alex Moreira Pereira, de 42 anos, foi solto no dia 13 de outubro por decisão da Justiça do Rio

relogio min de leitura | Redação
Drill foi absolvido das acusações de tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo
Drill foi absolvido das acusações de tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo -

Apontado pela polícia como um dos principais nomes da cúpula do Terceiro Comando Puro (TCP) no eixo Niterói/São Gonçalo, Alex Moreira Pereira, de 42 anos, conhecido como Drill, foi solto no último dia 13 de outubro. A decisão foi tomada pela Justiça do Rio, após alegação de falta de provas.

Drill havia sido preso em uma operação da PM realizada em 20 de abril. Na ocasião, ele foi localizado em uma residência abandonada na comunidade Santo Cristo, no bairro do Fonseca. Outras cinco pessoas, incluindo uma mulher identificada como Laiane Cavalcante, também foram presos. Segundo informações, o imóvel era utilizado como ponto de venda de drogas.


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De acordo com a Polícia Civil, após a operação, os suspeitos foram encaminhados para a 78ª DP (Fonseca) e autuados em flagrante por tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo.

Seis meses após as prisões, a 4ª Vara Criminal de Niterói, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), decidiu absolver Alex e Laiane Cavalcante das acusações de tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo, além de determinar a revogação da prisão preventiva de Drill.

Na avaliação da Justiça, apesar de existirem suspeitas de atividades criminosas no imóvel, não foram encontradas provas suficientes para responsabilizar os dois pelos materiais apreendidos durante a operação. A suposta ligação de Alex com o fornecimento de drogas também não foi comprovada ao longo do processo.

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