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Quase uma semana após sequestro, gesseiro de SG segue desaparecido

Felipe Mendonça foi levado por homens armados na última terça (09)

relogio min de leitura | Escrito por Redação | 15 de janeiro de 2024 - 16:39
Familiares seguem sem qualquer informação a respeito do paradeiro do gonçalense
Familiares seguem sem qualquer informação a respeito do paradeiro do gonçalense -

O desaparecimento do gesseiro Felipe Mendonça Ferreira Mota completa uma semana amanhã, terça-feira (16), e a família segue sem qualquer informação a respeito do paradeiro do gonçalense, que foi 'sequestrado' no último dia 9. De acordo com os familiares, até o momento, nenhuma pessoa próxima a ele recebeu qualquer contato por parte da vítima ou dos criminosos que o levaram.

Felipe estava na Rua Caruaru, no Coelho, quando foi surpreendido por dois homens encapuzados, que pararam, de carro, em frente a sua casa e renderam a vítima. Armados, eles conduziram o gesseiro ao banco traseiro do veículo, prata, e fugiram do local. 


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Na última sexta (12),a Polícia Civil informou que está buscando imagens de câmeras de segurança instaladas em ruas da região onde o crime aconteceu para tentar descobrir novos detalhes a respeito do episódio. Familiares e amigos estão sendo ouvidos pelos agentes.

Família organizou manifestação

Na tarde da última quinta (11), a família e alguns colegas de Felipe se reuniram na entrada da sede do 7° BPM, em Alcântara, para cobrar respostas sobre o paradeiro do homem, que é descrito pelos conhecidos como uma pessoa tranquila e sem qualquer desavença reconhecida.

Família organizou protesto em frente ao 7º BPM na semana passada
Família organizou protesto em frente ao 7º BPM na semana passada |  Foto: O São Gonçalo

Ingrid Ferreira, de 39 anos, prima de Felipe, afirmou que a família já considerou diversas possibilidades, mas ainda não chegou a uma suspeita concreta do que pode ter ocasionado o sequestro. "A única 'ideia' que temos é: ele fechou um serviço grande e recebeu um dinheiro alto. Essa informação pode ter sido vazada e alguém pode ter seguido ele até o portão de casa. É a única suspeita que a gente tem, mas não é nada certo", contou. 

"A comunidade toda está atrás dele, do começo ao fim. Todo mundo [foi pego] de surpresa pelo que aconteceu e e a gente só quer respostas. A gente não quer que seja mais um", desabafou Ingrid.

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