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Governo interino do RJ anuncia ações com impacto positivo para a população; Veja!

Governo do Rio vive transição provisória à espera de decisão do STF sobre sucessão

relogio min de leitura | Escrito por Redação | 12 de abril de 2026 - 11:18
Governo interino no Rio adota medidas enquanto STF não decide sucessão de Cláudio Castro
Governo interino no Rio adota medidas enquanto STF não decide sucessão de Cláudio Castro -

Ainda sem resolução por parte do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre como deverá ser a forma de eleição-tampão para o Governo do Rio de Janeiro (se com eleição direta ou indireta), após a renúncia de Cláudio Castro, quem assume interinamente o comando do estado é o presidente do Tribunal de Justiça do Estado, Ricardo Couto. Apesar de trabalhar com equipe reduzida e desacompanhado de nomes de sua confiança, Ricardo segue aplicando medidas que causam impacto positivo para a população.

A primeira decisão adotada agradou os servidores estaduais, pois a partir de agora o pagamento dos salários deverá ser depositado no primeiro dia útil de cada mês. O calendário divulgado pelo governo também inclui a quitação do 13º salário de funcionários da administração, servidores de empresas públicas, sociedades de economia mista e pensionistas previdenciários.


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As datas foram divulgadas no Diário Oficial, por meio da Resolução SECC nº 185/2026, adiantando o pagamento em relação à Portaria SECC/SUBGEP nº 05/2025, que assegurava o pagamento até o terceiro dia útil do mês seguinte.

Já a segunda medida é uma melhoria direta para os passageiros do metrô. . A Tarifa Social, com valor da passagem em R$5 para usuários de Bilhete Único Intermunicipal, foi prorrogada até abril de 2027. Apenas nos três primeiros meses de 2026, pouco mais de 12 milhões de viagens foram feitas através do benefício.

Modelo de eleição para mandato-tampão

O processo que decidirá a forma da eleição para o governo do Rio de Janeiro continua estagnado no STF, após pedido de vista do ministro Flávio Dino. A Corte espera a publicação do acórdão do Tribunal Eleitoral (TSE), responsável pela cassação do mandato de Cláudio Castro.

Atualmente, o placar no Supremo está em 4 a 1 para a eleição indireta. Para essa opção votaram os ministros Luiz Fux, André Mendonça, Nunes Marques e Cármen Lúcia. Somente o ministro Cristiano Zanin votou diferente, defendendo o voto popular. O ministro Mendonça solicitou o adiantamento de seu voto depois do pedido de vista feito por Dino. Ele acompanhou o entendimento de Fux, que compreendeu que a escolha do governador deve ser de responsabilidade do presidente da Alerj.

O processo ainda precisa do voto de Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Edson Fachin, presidente da Corte. Enquanto o processo não é concluído, Ricardo Couto continua à frente do estado como governador interino.

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