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Oito credores acionam a Justiça e pedem suspensão da venda da SAF do Vasco

Sete ex-jogadores e um ex-preparador físico alegam que modelo da negociação descumpre plano de recuperação judicial do clube

relogio min de leitura | Redação
Segundo a argumentação apresentada à Justiça, o formato atual da negociação para a venda da SAF descumpre o plano de recuperação judicial
Segundo a argumentação apresentada à Justiça, o formato atual da negociação para a venda da SAF descumpre o plano de recuperação judicial -

Oito credores do Vasco acionaram a Justiça nesta sexta-feira (4) para pedir a suspensão do processo de venda da SAF do clube. O grupo é formado por sete ex-jogadores e um ex-preparador físico, que são credores no processo de recuperação judicial do Vasco.

O pedido foi apresentado pelo ex-preparador físico Flávio de Oliveira e pelos ex-jogadores William Barbio, Douglas Silva, Lucas Siqueira, Breno, Lucas Kal, Willian Maranhão e Luiz Gustavo. Eles são representados pelo advogado Thiago Rino.


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Segundo a argumentação apresentada à Justiça, o formato atual da negociação para a venda da SAF descumpre o plano de recuperação judicial do Vasco. A principal alegação é de que os recursos previstos na operação seriam destinados ao departamento de futebol, enquanto o plano determina que valores sejam direcionados ao pagamento das dívidas incluídas na recuperação judicial.

A defesa dos credores sustenta ainda que a venda da SAF somente poderia avançar após a aprovação de uma nova assembleia de credores. Atualmente, a diretoria vascaína negocia a transferência do comando da empresa para o empresário Marcos Lamacchia.

Na ação apresentada à 4ª Vara Empresarial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, os credores pedem a suspensão do leilão por 30 dias, até que uma assembleia possa deliberar sobre o assunto. Eles também solicitaram que a constituição da nova SAF seja suspensa até uma decisão definitiva.

Os credores pediram ainda que o Ministério Público e o administrador judicial do processo se manifestem sobre o caso no prazo de 48 horas após serem notificados.

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