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Aumento da passagem do metrô Rio é suspenso pelo Governo do RJ

O reajuste anual estava previsto no contrato de concessão

relogio min de leitura | Escrito por Redação | 26 de fevereiro de 2026 - 09:38
O aumento da tarifa do metrô, que passaria de R$7,90 para R$8,20 a partir de 12 de abril, foi suspenso
O aumento da tarifa do metrô, que passaria de R$7,90 para R$8,20 a partir de 12 de abril, foi suspenso -

O aumento da tarifa do metrô, que passaria de R$7,90 para R$8,20 a partir de 12 de abril, foi suspenso. O anúncio foi feito, na noite da quarta-feira (25), pelo governador Cláudio Castro. Mesmo com a suspensão, o valor cobrado segue sendo o mais alto do país. O valor investido para manter o valor será de R$37 milhões, por meio da Secretaria de Estado de Transporte e Mobilidade Urbana (Setran). A decisão contraria o reajuste homologado pela Agetransp nesta terça-feira (24), o aumento anual estava previsto no contrato de concessão, mas a Setran não vai aplicar o novo valor.

“Manter a tarifa do metrô em R$7,90, mesmo diante das restrições orçamentárias, é uma decisão que coloca o interesse do passageiro em primeiro lugar e demonstra nosso compromisso com uma política tarifária responsável e sensível à realidade da população. Estamos falando de um serviço essencial para milhares de pessoas que dependem do transporte público. É um investimento do Estado para proteger o bolso do cidadão e assegurar mais dignidade no deslocamento diário”, disse Castro.


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Os usuários cadastrados no Bilhete Único Intermunicipal (BUI) com direito à Tarifa Social vão continuar pagando R$5 pela passagem. O desconto, que venceria em 11 de abril, será renovado. Considerando 22 viagens de ida e volta por mês, a economia chega em torno de R$127 mensais para quem tem esse benefício.

Apesar da suspensão, a Setran verifica a possibilidade de uma tarifa com menor impacto para os demais usuários do metrô, considerando as restrições orçamentárias de 2026. “A manutenção da tarifa é resultado de um esforço técnico e financeiro da Setram para equilibrar as contas sem repassar custos ao usuário. Sabemos que qualquer aumento afeta diretamente o orçamento das famílias. Vamos seguir trabalhando para buscar alternativas que reduzam impactos e assegurem equilíbrio entre sustentabilidade do sistema e justiça social”, disse a secretária de Transporte e Mobilidade Urbana, Priscila Sakalem.

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