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Polícia Civil pede imagens de câmeras corporais após morte de PM do Bope

Gravações foram solicitadas para esclarecer confronto que deixou um agente morto e outros cinco feridos na Zona Sudoeste do Rio

relogio min de leitura | Redação
Gláucio tinha 26 anos de serviço na corporação, a maior parte no Bope, e era pai de três filhos
Gláucio tinha 26 anos de serviço na corporação, a maior parte no Bope, e era pai de três filhos -

A Polícia Civil solicitou as imagens das câmeras corporais dos policiais envolvidos no tiroteio que matou o subtenente Gláucio Marcelo Fonseca da Silva, de 54 anos, na manhã de domingo (11), na Gardênia Azul, em Jacarepaguá.

A investigação apura uma possível troca de tiros entre equipes da própria Polícia Militar.


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Segundo a corporação, agentes do Bope abordavam um carro quando policiais do 18º BPM chegaram ao local. A principal suspeita é de que os militares tenham confundido a ação com uma ocorrência criminosa e atirado contra os colegas.

Outros cinco policiais ficaram feridos no confronto. Eles foram levados ao Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca. A Polícia Civil já ouviu os envolvidos e apreendeu as armas utilizadas para perícia. A Corregedoria da PM também investiga o caso.

Gláucio tinha 26 anos de serviço na corporação, a maior parte no Bope, e era pai de três filhos. Ele era irmão do sargento Héber Carvalho da Fonseca, morto em outubro de 2025 durante uma operação nos complexos da Penha e do Alemão, na Zona Norte do Rio.

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