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Corpo de policial militar executado a tiros no Centro de São Gonçalo é sepultado nesta quarta (16)

Familiares, amigos e policiais militares acompanharam o sepultamento de Rayllan Machado Carino

relogio min de leitura | João Pedro Pereira
Durante o trajeto, policiais militares presentes formaram um corredor de honra e prestaram continência à passagem do caixão, em uma última homenagem ao ex-cabo
Durante o trajeto, policiais militares presentes formaram um corredor de honra e prestaram continência à passagem do caixão, em uma última homenagem ao ex-cabo -
A cerimônia de despedida teve início de forma reservada na capela do cemitério. Em seguida, por volta das 13h
A cerimônia de despedida teve início de forma reservada na capela do cemitério. Em seguida, por volta das 13h |  Foto: Yuri Messias

Mais de cem pessoas, entre familiares, amigos e companheiros de farda prestaram suas últimas homenagens ao ex-cabo da Polícia Militar Rayllan Machado Carino, de 36 anos, morto em um ataque a tiros no Centro de São Gonçalo na última segunda-feira (14).


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A cerimônia de despedida teve início de forma reservada na capela do cemitério. Em seguida, por volta das 13h, o cortejo seguiu em direção ao local do sepultamento. O caixão foi conduzido em um carro funerário e seguiu acompanhado por familiares, amigos e colegas de profissão.

Durante o trajeto, policiais militares presentes formaram um corredor de honra e prestaram continência à passagem do caixão, em uma última homenagem ao ex-cabo.

Abalados, familiares preferiram não conceder declarações à imprensa.

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Rayllan Machado Carino era morador de Neves e estava lotado no 1º BPM (Venda da Cruz). Durante a carreira, o policial também atuou em diferentes unidades da PM, como os batalhões de São Cristóvão, Praça da Harmonia, Alcântara, Jacarepaguá e Maré. Ele também integrou o Rondas Especiais e Controle de Multidões (RECOM).

A autoria e a motivação do crime ainda não foram esclarecidas. O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSG), que analisa as imagens de segurança e busca identificar os responsáveis pelo ataque.

*Sob supervisão de Cyntia Fonseca

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