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Disque Denúncia/RJ lança campanha em prol da localização de 'Monstrão' suposto líder de milícia em comunidade da Baixada Fluminense

O grupo liderado pelo miliciano está sendo investigado por extorsões contra residentes e comerciantes da área

relogio min de leitura | Redação
Evandro da Costa de Souza, conhecido como “Monstrão” ou “Vando”, de 38 anos, está sendo procurado
Evandro da Costa de Souza, conhecido como “Monstrão” ou “Vando”, de 38 anos, está sendo procurado -

Nesta sexta-feira (11), o Disque Denúncia (2253-1177) divulgou um cartaz para ajudar nas investigações da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais do Rio de Janeiro (DRACO-IE), em busca de informações que possam levar à localização e captura de Evandro da Costa de Souza, conhecido como “Monstrão” ou “Vando”, de 38 anos, apontado pela polícia como chefe da milícia atuante no Morro do Pau Branco, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense. Ele já é considerado foragido pela Justiça.

Dois milicianos que fazem parte de uma organização criminosa no Morro do Pau Branco foram detidos em uma operação realizada na tarde desta quinta-feira (10) por agentes da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco-IE). Carlos José Sá de Oliveira, apelidado de Bebél, e Jeferson Roberto Santos Lins estão sob investigação por sua participação em um esquema de extorsão direcionado a moradores e comerciantes da localidade. A ação foi iniciada com base em informações coletadas pelo setor de inteligência da Draco, que indicava que membros da organização estavam no local fazendo ameaças e extorquindo moradores e comerciantes para realizar cobranças ilegais.

Conforme as investigações, Bebél ocupava uma posição proeminente na hierarquia da milícia e seria o braço direito do líder Monstrão. Carlos José já possui registros criminais por organização criminosa e formação de milícia privada. Para os investigadores, sua prisão representa um progresso nas investigações sobre as atividades do grupo no Morro do Pau Branco.


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Na operação, “Monstrão”, não foi localizado. Contra ele existem dois mandados de prisão, um emitidos pela Vara de Execuções Penais (VEP), decorrente de uma sentença definitiva relacionada ao crime previsto no artigo 16 do Estatuto do Desarmamento - Lei 10826/03, que determina penas equivalentes para ações que envolvem armas de fogo de uso restrito ou proibido, e outro pela Justiça Criminal - Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher da Comarca de São João Meriti, sendo um mandado preventivo pelos crimes de Lesão Corporal Leve, Violência Doméstica Contra a Mulher, Lesão Corporal Grave, Lesão Corporal Gravíssima, Violência Doméstica Contra a Mulher, Crime Ou Contravenção Contra Criança e Adolescente, Lesão Corporal Decorrente de Violência Doméstica Contra a Mulher. tendo ainda a cumprir uma pena restante: 1 ano, 3 meses e 13 dias, em Regime Prisional semiaberto .

Cabe ainda informar que “Monstrão” está classificado no sistema penitenciário como de “Alta Periculosidade”. Ele já possui várias passagens pelo sistema prisional entre outubro de 2014 e abril de 2022. Em dezembro de 2024, ele foi beneficiado com a Prisão Albergue Domiciliar (PAD), podendo trabalhar externamente na Avenida Comendador Teles, Vilar dos Teles, São João de Meriti/RJ, na função de estoquista, com horário de trabalho das 08:00 às 18:00.

Contudo, o apenado foi desligado do trabalho extramuros em 05/07/2025, e a certidão de monitoramento eletrônico indica que ele não permaneceu monitorado durante o período em que estava com o trabalho autorizado, mas apenas a partir de 05/08/2025 - após já ter sido desligado da empresa onde trabalhava. Assim, a Justiça acatou os argumentos do Ministério Público e revogou a autorização para o cumprimento do trabalho externo em regime de monitoramento eletrônico, considerando que ele infringiu a Lei Penal relacionada ao PAD.

A colaboração da comunidade é muito importante para ajudar as forças de segurança a encontrar acusados envolvidos com a milicia que atua no Morro do Pau Branco. Para isso, use o Disque Denúncia do Rio de Janeiro pelo telefone 2253-1177. O serviço funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana. Ele garante sigilo total sobre a identidade de quem liga.

Também é possível enviar informações:

pelo aplicativo do Disque Denúncia RJ ou

pelo WhatsApp Anonimizado /DD: (021) 2253-1177, uma técnica que remove ou muda detalhes que podem identificar a pessoa que faz a denúncia.

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