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Corpo de policial civil morto em ataque na Avenida Brasil é velado em Niterói sob forte comoção

Casado, ele deixa esposa e dois filhos

relogio min de leitura | Redação 09 de julho de 2026 - 16:22
O velório foi realizado na Câmara Municipal de Niterói
O velório foi realizado na Câmara Municipal de Niterói -

Familiares, amigos e colegas de farda se despediram, nesta quinta-feira (9), do inspetor da Polícia Civil Carlos Alberto Freire Neto, de 35 anos, morto durante um ataque criminoso na Avenida Brasil, na altura de Guadalupe, Zona Norte do Rio. O velório foi realizado na Câmara Municipal de Niterói, cidade onde o policial morava, e reuniu dezenas de pessoas em um clima de revolta, tristeza e pedidos por justiça.

Após a cerimônia, o corpo seguiu em cortejo em um caminhão do Corpo de Bombeiros até o Cemitério Parque da Colina, em Pendotiba, onde foi sepultado sob homenagens de colegas da corporação. Durante o velório, um helicóptero da Polícia Civil sobrevoou o local em tributo ao agente.

Carlos Alberto ingressou na Polícia Civil em dezembro de 2023 e, desde maio deste ano, atuava na Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF). Casado, ele deixa esposa e dois filhos.

O inspetor foi baleado na cabeça na manhã de quarta-feira (8), quando participava de uma diligência de inteligência na comunidade do Muquiço, em uma viatura descaracterizada. A equipe seguia para um trabalho de reconhecimento relacionado ao cumprimento de um mandado judicial quando foi surpreendida por criminosos armados. Além de Carlos Alberto, a policial civil Julieli da Conceição Brandt, de 39 anos, também foi atingida por um disparo na perna. Ela passou por cirurgia e permanece internada, com quadro de saúde estável.

Após a cerimônia, o corpo seguiu em cortejo em um caminhão do Corpo de Bombeiros até o Cemitério Parque da Colina, em Pendotiba, onde foi sepultado sob homenagens de colegas da corporação
Após a cerimônia, o corpo seguiu em cortejo em um caminhão do Corpo de Bombeiros até o Cemitério Parque da Colina, em Pendotiba, onde foi sepultado sob homenagens de colegas da corporação |  Foto: Divulgação

Ainda nesta quinta-feira (9), o Disque Denúncia divulgou um cartaz solicitando informações que possam levar à identificação e prisão dos envolvidos no crime. As denúncias podem ser feitas de forma anônima pelos canais da instituição. O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC).


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