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Monique Medeiros passa mal em julgamento ao ver fotos do corpo de Henry Borel

Segundo informações do Tribunal de Justiça do Rio, Monique precisou passar por atendimento médico a pedido dos advogados de defesa

relogio min de leitura | Escrito por Redação 29 de maio de 2026 - 13:36
O mal-estar da mãe do menino Henry começou durante o depoimento de Luiz Carlos Leal Prestes, médico legista aposentado e perito
O mal-estar da mãe do menino Henry começou durante o depoimento de Luiz Carlos Leal Prestes, médico legista aposentado e perito -

Monique Medeiros, mãe do Henry Borel e ré no julgamento pela morte do filho de 4 anos, passou mal durante a sessão de audiência, que aconteceu na manhã desta sexta-feira (29), e foi necessário a liberação de atendimento médico no 2º Tribunal do Júri da Capital, no Centro do Rio.


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Segundo o Tribunal de Justiça do Rio, a ré precisou receber atendimento por uma equipe de saúde, que estava presente no local, após ver imagens do corpo de Henry. Os advogados de Monique solicitaram a presença da equipe, mas o atendimento não chegou a interromper o andamento do julgamento.

O mal-estar da mãe do menino Henry começou durante o depoimento de Luiz Carlos Leal Prestes, médico legista aposentado e perito. Prestes descrevia as lesões sofridas pela vítima enquanto suas fotos passavam em uma tela para confirmar o que estava sendo falado.

O perito descartou qualquer relação entre as manobras de massagem cardíaca e a laceração encontrada no fígado da criança, teoria usada pela defesa do ex-casal como causa da morte do menino de 4 anos.

"Houve um homicídio por espancamento, esse menor chegou sem vida a esse hospital. A multiplicidade de lesões em sítios diferentes fez com que, inequivocamente, se concluísse que essa criança foi agredida e por isso houve a hemorragia interna", afirmou Prestes.

Monique e Jairo Souza Santos Junior, mais conhecido como Jairinho, estão sendo julgados pela morte de Henry Borel em 2021.

Prestes ainda afirmou, em júri, que as lesões foram causadas antes da morte do menino. Ele negou mais uma vez a versão usada pela defesa, que as lacerações teriam sido causadas durante manobras cardíacas no atendimento hospitalar.

“Não poderia haver hemorragia interna se não houvesse circulação. Portanto, essa laceração hepática ocorreu em vida e não tem relação com a massagem cardíaca”, declarou.

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