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Segurança Presente e Barricada Zero passam para a Polícia Militar após decisão do governo do RJ

A mudança ocorre após determinação do governador Ricardo Couto

relogio min de leitura | Escrito por Redação | 01 de maio de 2026 - 11:59
O programa Segurança Presente respondia à Secretaria de Governo do Estado e a Barricada Zero estava subordinada ao Gabinete de Segurança Institucional (GSI)
O programa Segurança Presente respondia à Secretaria de Governo do Estado e a Barricada Zero estava subordinada ao Gabinete de Segurança Institucional (GSI) -

Os programas Segurança Presente e Barricada Zero serão transferidos para a Secretaria Polícia Militar. A mudança ocorreu após uma determinação do governador em exercício, Ricardo Couto.

Antes, o programa Segurança Presente respondia à Secretaria de Governo do Estado e a Barricada Zero estava subordinada ao Gabinete de Segurança Institucional (GSI).


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A medida foi publicada em uma edição extra do Diário Oficial do Estado, na noite dessa quinta-feira (30). Segundo o governador, as alterações não causaram impactos financeiros.

Segundo o documento, os servidores com cargos em comissão na Segov serão realocados automaticamente. Além disso, cerca de 27 unidades administrativas do GSI terão as atividades encerradas e os servidores exonerados.

Exonerações históricas

Em apenas 40 dias ocupando o cargo, Ricardo Couto exonerou 1.477 comissionados. Nesta quinta-feira (30), foram 58 nomes dispensados de suas funções.

Está previsto um corte de 40% desse total, o que corresponde a 1,6 mil cargos. Uma parcela das exonerações tem como alvo funcionários que não exerciam atividades, ou seja, funcionários “fantasmas”.

Além dessas exonerações, ainda no mesmo Diário Oficial, o governador interino dispensou gerentes do Fundo Único de Previdência Social do Estado do Rio (Rioprevidência). Esses funcionários ocupavam vagas na Diretoria de Administração e Finanças.

Ainda no mesmo mês, o presidente interino do Rioprevidência, Nicholas Cardoso, também teve que deixar o cargo após determinação do governador. Na época, o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro solicitou o afastamento de Nicholas durante as investigações dos aportes de R$ 118 milhões feitos pelo órgão em instituições financeiras não cadastradas.

Na última terça-feira (28), o governador decretou 174 exonerações. Alguns dos que precisaram deixar os cargos foram a secretária de Saúde, o chefe de comunicação do governo e até mesmo o cozinheiro do Palácio Guanabara.

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