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Ministro Gilmar Mendes restabelece prisão preventiva de Monique Medeiros

O restabelecimento da prisão foi defendido pela Procuradoria-Geral da República

relogio min de leitura | Escrito por Redação | 17 de abril de 2026 - 17:05
A decisão da Justiça do Rio que liberou Monique Medeiros, no dia 23 de março deste ano, violou entendimento da Segunda Turma do Supremo
A decisão da Justiça do Rio que liberou Monique Medeiros, no dia 23 de março deste ano, violou entendimento da Segunda Turma do Supremo -

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), restabeleceu nesta sexta-feira (17) a prisão preventiva de Monique Medeiros, acusada pelo assassinato do próprio filho, o menino Henry Borel, morto em 2021.

De acordo com Mendes, a decisão da Justiça do Rio que liberou Monique Medeiros, no dia 23 de março deste ano, violou entendimento da Segunda Turma do Supremo que determinou a prisão para garantir a ordem pública e instrução do processo, diante da gravidade dos fatos e do histórico de coação de testemunhas.

Gilmar Mendes afirmou que a tese de excesso de prazo na prisão não se sustenta, sendo que o julgamento foi adiado por uma manobra da defesa de Jairinho.

O ministro disse que os fundamentos da prisão permanecem e foram agravados por novos fatos, o que demonstra o nítido descumprimento do que decidido por este Supremo. O restabelecimento da prisão foi defendido pela Procuradoria-Geral da República.


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Relembre o caso

Henry Borel Medeiros faleceu na madrugada do dia 8 de março de 2021 no Rio. Segundo a perícia, a criança morreu em razão de hemorragia interna e laceração hepática. Embora a mãe, Monique Medeiros, e o padrasto, Dr. Jairinho, embora tenha alegado que ele caiu da cama, os peritos descartaram essa hipótese, e o Ministério Público sustenta que Henry foi vítima de agressões.

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