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Polícia investiga esquema de fraude em financiamentos de veículos

Ainda de acordo com a Polícia Civil, o esquema contava com diferentes núcleos de atuação

relogio min de leitura | Escrito por Redação | 16 de abril de 2026 - 13:46
Segundo os agentes, a quadrilha utilizava “laranjas” para formalizar contratos de financiamentos de veículos de alto valor
Segundo os agentes, a quadrilha utilizava “laranjas” para formalizar contratos de financiamentos de veículos de alto valor -

Policiais militares da 41ª DP (Tanque), realizaram na manhã desta quinta-feira (16), uma operação para cumprir 6 mandados de busca e apreensão contra uma quadrilha suspeita de montar um esquema de fraudes em financiamentos de veículos. Segundo as investigações, o grupo já teria movimentado cerca de R$1 milhão.

As diligências ocorrem em endereços ligados aos investigados em Niterói e Guapimirim, além de lojas localizadas nos bairros de Icaraí e Piratininga. Um dos mandados está sendo cumprido no município de Capivari de Baixo, em Santa Catarina.

De acordo com a Polícia Civil, foi solicitado à Justiça o bloqueio de bens e contas bancárias em nome dos envolvidos. As investigações apontam ainda que o grupo utilizava contas de terceiros para dificultar o rastreamento do dinheiro e mantinha grupos segmentados de comunicação para coordenar as ações criminosas.


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As investigações começaram após uma vítima procurar a delegacia ao tentar vender um carro e descobrir a existência de uma dívida vinculada ao veículo, por meio de alienação fiduciária.

Segundo os agentes, a quadrilha utilizava “laranjas” para formalizar contratos de financiamentos de veículos de alto valor, já com a intenção de não quitar as dívidas. Com os automóveis bloqueados, os suspeitos negociavam os débitos com instituições financeiras por valores reduzidos.

Após a regularização, os veículos eram inseridos no mercado e vendidos pelo valor original, gerando lucro ilícito elevado e prejuízo ao sistema financeiro.

Ainda de acordo com a Polícia Civil, o esquema contava com diferentes núcleos de atuação. Um deles seria responsável pela liderança e pelo controle estratégico e jurídico da operação. Outro grupo atuava na falsificação de documentos financeiros, viabilizando a aprovação fraudulenta dos financiamentos.

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