Instagram Facebook Twitter Whatsapp
Dólar R$ 5,0714 | Euro R$ 5,9361
Search

Loja nega irregularidades após apreensão de arsenal em São Gonçalo

Empresa afirma que documentação foi concedida pelo Exército legalmente

relogio min de leitura | Escrito por Renata Sena | 09 de abril de 2026 - 14:42
Mesmo após operação policial, loja continua aberta e nega irregularidades
Mesmo após operação policial, loja continua aberta e nega irregularidades -

Após a apreensão de um arsenal com mais de 160 armas de fogo e milhares de munições em um estabelecimento no Alcântara, em São Gonçalo, o local segue funcionando normalmente e, segundo a empresa, não há irregularidades no local, com todo o armamento e a munição sendo comercializados com autorização do Exército.

A operação foi realizada nesta quarta-feira (8) por agentes da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme), com apoio do Exército Brasileiro. Ao todo, foram recolhidas pistolas, rifles, revólveres, espingardas e mais de 7.800 munições durante a fiscalização.

Empresa nega irregularidades após grande apreensão de armas e munições
Empresa nega irregularidades após grande apreensão de armas e munições |  Foto: Layla Mussi

De acordo com a polícia, a ação faz parte de uma investigação que apura a falsificação de documentos públicos utilizados para viabilizar o armazenamento e a posse de armas de fogo.


Leia também:

São Gonçalo libera edital para vagas nos Centros de Referência Municipais em Autismo

Grupo de canoagem presta homenagem a vítima de latrocínio em Niterói


Em resposta, o assessor jurídico da empresa, Marcelo Laia, afirmou que a documentação utilizada para a comercialização das armas foi obtida de forma legal, após autorização do Exército, e que eventuais inconsistências encontradas na documentação não seriam de responsabilidade da loja.

Foram apreendidas pistolas, rifles, revólveres, espingardas e mais de 7.800 munições durante fiscalização
Foram apreendidas pistolas, rifles, revólveres, espingardas e mais de 7.800 munições durante fiscalização |  Foto: Divulgação

“A empresa não foi fechada e segue funcionando normalmente. A apreensão ocorreu por conta de uma documentação emitida pelo Exército, que é o órgão responsável por autorizar esse tipo de venda. Nós adquirimos essa documentação de forma legal e, se houve alguma irregularidade, não foi por parte da empresa”, declarou.

As investigações continuam para esclarecer a origem dos documentos e identificar possíveis responsáveis pelas fraudes.

Matérias Relacionadas