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Caso Andréia Marins: Câmeras corporais dos policiais envolvidos na morte estavam desligadas

Os policiais militares foram afastados após a morte da médica

relogio min de leitura | Escrito por Redação | 18 de março de 2026 - 10:38
A médica Andréia Marins Dias foi morta após ter carro confundido com veículo usado por criminosos
A médica Andréia Marins Dias foi morta após ter carro confundido com veículo usado por criminosos -

Análises preliminares indicaram que as câmeras corporais dos policiais militares envolvidos na abordagem que culminou na morte da médica Andréa Marins Dias, estavam descarregadas. Testemunhas informaram que os militares realizavam uma perseguição na Rua Palatinado, em Cascadura, na Zona Norte, no domingo (15), e acabaram confundindo o carro da vítima com o usado pelos criminosos.

Através de nota, a corporação informou que análises preliminares dos setores técnicos indicaram que o equipamento estava descarregado, mas reforçou que os fatos seguem em apuração.


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"Vale ressaltar que na Corporação existem normas rígidas que determinam que os policiais, ao perceberem que há qualquer tipo de falha ou mau funcionamento das câmeras, devem regressar à unidade de origem para substituição dos equipamentos", informou o comunicado.

Os policiais envolvidos no caso foram afastados dos trabalhos nas ruas na última segunda-feira (16). A médica estava retornando da casa dos pais idosos, em Cascadura, quando foi baleada. O veículo de Andréia foi submetido a perícia na Delegacia de Homicídio da Capital (DHC).

A Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania da Alerj destinou um ofício ao Corregedor-Geral da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ), cobrando explicações sobre as ações dos policiais lotados no 9º BPM (Rocha Miranda).

Andréia Marins Dias, de 61 anos, era médica ginecologista e cirurgiã geral. Ela era ativa nas redes sociais com conteúdos informativos sobre endometriose e cuidados femininos, mas também publicava registros ao lado dos pais. De acordo com vizinhos, a médica visitava os pais com frequência, principalmente aos domingos.

O sepultamento de Andréia ocorreu nesta terça-feira (17), no Crematório e Cemitério da Penitência, no Caju, Zona Portuária do Rio.

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