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Segurança desaparece após relatar ter sido baleado em Niterói

Chamadas de vídeo e mensagens enviadas pelo celular aumentaram a preocupação da família

relogio min de leitura | Escrito por Renata Sena | 23 de fevereiro de 2026 - 09:10
Maximiliano saiu de casa, em Inoã, Maricá, com destino ao Horto do Fonseca, na Zona Norte de Niterói, onde trabalhava em regime de plantão de 12 horas
Maximiliano saiu de casa, em Inoã, Maricá, com destino ao Horto do Fonseca, na Zona Norte de Niterói, onde trabalhava em regime de plantão de 12 horas -

Agentes do Setor de Descoberta de Paradeiros da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSG) investigam o desaparecimento do segurança Maximiliano Pina Júlio, de 41 anos, visto pela última vez na manhã de sábado (21).

Segundo familiares e amigos, Maximiliano saiu de casa, em Inoã, Maricá, com destino ao Horto do Fonseca, na Zona Norte de Niterói, onde trabalhava em regime de plantão de 12 horas. Desde então, não foi mais localizado.

De acordo com um amigo, que preferiu não se identificar, por volta das 7h05 o segurança teria feito uma chamada de vídeo para a namorada afirmando que estava no trabalho e que havia sido baleado. “Ele ligou pedindo socorro, dizendo que tinha sido atingido. Ela viu ele ensanguentado na chamada”, relatou.


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Logo após a ligação, uma mensagem enviada do celular de Maximiliano informava que tudo não teria passado de “um susto” e que ele estaria bem. A informação, no entanto, aumentou ainda mais a preocupação da família, já que ele não voltou a fazer contato.

Ainda segundo relatos, o segurança chegou a avisar em um grupo de trabalho que havia chegado ao plantão. Porém, o colega que assumiria o turno seguinte informou que Maximiliano não apareceu no local.

A namorada esteve no Horto do Fonseca e questionou pessoas que estavam na área sobre possíveis disparos. Segundo o amigo da família, dois trabalhadores teriam confirmado ter ouvido barulho semelhante a tiros. Até o momento, não há confirmação oficial de que ele tenha dado entrada em alguma unidade hospitalar.

O caso foi registrado na 78ª DP (Fonseca) e encaminhado à DHNSG, que realiza diligências para esclarecer as circunstâncias do desaparecimento. A Polícia Civil informou que as buscas estão em andamento.

Maximiliano mora com o pai em Inoã e, desde o dia do ocorrido, não há qualquer informação concreta sobre seu paradeiro. A família pede que qualquer dado que possa ajudar na localização seja repassado às autoridades.

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