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Polícia Civil frustra ataque terrorista na Alerj e prende integrantes do grupo “Geração Z”

Operação cumpriu dezenas de mandados de busca e apreensão e desarticulou grupo que planejava usar bombas caseiras e coquetéis molotov em manifestação marcada para esta segunda-feira (2)

relogio min de leitura | Escrito por Redação | 02 de fevereiro de 2026 - 19:53
Três pessoas foram presas até o momento, e dezenas de mandados de busca e apreensão foram cumpridos
Três pessoas foram presas até o momento, e dezenas de mandados de busca e apreensão foram cumpridos -

A Polícia Civil do Rio de Janeiro informou que impediu um ataque terrorista planejado para esta segunda-feira (2) em frente à Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), no centro da capital. A operação ocorreu simultaneamente na cidade do Rio, na região metropolitana e no interior do estado, com o objetivo de desarticular um grupo investigado por preparar ações violentas.

Três pessoas foram presas até o momento, e dezenas de mandados de busca e apreensão foram cumpridos em endereços ligados aos suspeitos. Segundo a polícia, os investigados planejavam usar bombas caseiras e coquetéis molotov durante manifestações marcadas para as 14h em diferentes estados do país.


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As apurações começaram após a identificação de grupos de mensagens e páginas em redes sociais criados para organizar os atos. Inicialmente, a operação previa medidas contra quatro pessoas, mas novas informações levaram à identificação de outros 13 suspeitos na manhã desta segunda-feira.

De acordo com a Polícia Civil, o grupo autodenominado “Geração Z” se apresentava como apartidário e anticorrupção, mas na prática incentivava e preparava ataques violentos contra prédios públicos, autoridades, estruturas de comunicação e centros políticos.

Durante as buscas, os agentes encontraram instruções para a fabricação de artefatos incendiários improvisados e bombas caseiras com bolas de gude e pregos. A polícia afirmou que todos os alvos da operação tinham papel ativo na organização dos atos e na escolha de um local sensível do cenário político fluminense para o ataque.

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