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Policiais civis são presos acusados de abuso de autoridade e peculato

A pedido do MPRJ, o Juízo da 42ª Vara Criminal também determinou a suspensão do exercício de função pública

relogio min de leitura | Escrito por Redação | 29 de fevereiro de 2024 - 08:13
Os policiais são lotados na 32ª Delegacia de Polícia (Taquara)
Os policiais são lotados na 32ª Delegacia de Polícia (Taquara) -

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio do Grupo de Atuação Especializada no Combate ao Crime Organizado (GAECO/MPRJ) e da 1ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal Especializada do Núcleo Rio de Janeiro, com o apoio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ), e a Corregedoria-Geral de Polícia Civil cumpriram, na manhã desta quinta-feira (29/02), mandados de prisão e de busca e apreensão contra dois policiais civis. Eles são investigados em procedimento que apura a prática dos crimes de associação criminosa armada, abuso de autoridade e furto por concurso de pessoas e peculato. Os policiais são lotados na 32ª Delegacia de Polícia (Taquara).


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A pedido do MPRJ, o Juízo da 42ª Vara Criminal também determinou a suspensão do exercício de função pública e a suspensão do porte de arma dos policiais. Os mandados da operação Incursio estão sendo cumpridos nos bairros da Taquara, Pechincha, Recreio dos Bandeirantes, Mangaratiba e Centro do Rio.

De acordo com as investigações, no dia 30 de janeiro de 2024, os policiais invadiram a casa de um morador do bairro Vaz Lobo, na Zona Norte, apreendendo uma pistola, uma aliança de ouro, R$ 9 mil – referente a economia oriunda de sua remuneração salarial junto à empresa em que trabalha, além do certificado de registro de arma e a carteira de habilitação da vítima, materiais que nunca foram levados a formal apreensão. Ainda de acordo com a Promotoria de Justiça, na ocasião, os policiais ingressaram livremente na comunidade, ou seja, sem entrar em confronto com traficantes locais, para a prática criminosa.

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