Instagram Facebook Twitter Whatsapp
Dólar R$ 4,9892 | Euro R$ 5,4003
Search

MPRJ denuncia mulher que ateou fogo no marido

Ana Maria Paixão vai responder por homicídio triplamente qualificado; O homem morreu após ficar quatro dias internado no Hospital Getúlio Vargas

relogio min de leitura | Escrito por Redação | 04 de janeiro de 2024 - 19:01
André Luiz Chapeta ficou com o corpo em chamas na frente da esposa
André Luiz Chapeta ficou com o corpo em chamas na frente da esposa -

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro denunciou, nesta quinta-feira (4), Ana Maria Paixão, acusada de atear fogo no próprio marido, André Luiz de Amorim Chapeta, de 50 anos, no bairro Jardim América, Zona Norte do Rio, no dia 4 de dezembro de 2023. A vítima morreu após ficar quatro dias internada no Hospital Estadual Getúlio Vargas.

O momento do crime foi registrado por câmeras de segurança, onde foi possível ver que a mulher jogou álcool no corpo da vítima e em seguida acendeu um isqueiro. No momento em que ela joga o líquido inflamável, ele permanece sentado e aparenta não acreditar que ela seria capaz de o incendiar. Após o fogo se alastrar, ele corre em chamas em direção ao interior do estabelecimento. O local onde aconteceu o crime é uma peixaria, em que a mulher seria a proprietária. Segundo a denúncia, a acusada agiu por conta de um desentendimento, ocorrido momentos antes.


Leia mais

Família reconhece corpo de homem carbonizado em Jardim Alcântara

Família é presa suspeita de matar vendedor de água na Pavuna


De acordo com a polícia, Ana Maria agiu por ciúme do marido, com quem era casada há 30 anos. Para o delegado Flávio Rodrigues, titular da 38ª DP (Brás de Pina) e responsável pelas investigações, as imagens foram fundamentais para o pedido de prisão. Ele também destaca que o registro mostra a frieza da mulher ao ver o marido incendiado.

Ana Maria Paixão vai responder por homicídio triplamente qualificado, uma vez que o crime foi cometido por motivo torpe, praticado com emprego de meio cruel e mediante recurso que tornou impossível a defesa da vítima.

Matérias Relacionadas