Acusado de provocar incêndio que matou criança na Baixada nega crime
Segundo relatos, suspeito teria respondido perguntas da Polícia com tom de deboche

O homem preso por acusações de incendiar um ônibus cheio na Baixada Fluminense, na última quarta-feira (05/04), negou o crime em depoimento a Polícia. Ainda internado no Hospital Pedro II, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio, o suspeito teria respondido às perguntas com tom de deboche, segundo relatos da corporação.
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A corporação informou que o acusado, de 39 anos, ainda não foi liberado da unidade de saúde onde está em custódia, mas que está lúcido e em condições de responder aos questionamentos. Ele admitiu que estava no ônibus, mas negou ter provocado as chamas e diz não saber como elas começaram.
A Polícia está aguardando familiares ou conhecidos do suspeito para tentar esclarecer sua situação. Até o momento, nenhum familiar foi procurá-lo no hospital. Ele não tem relações comprovadas com nenhuma das vítimas do incêndio.
A menina Heloíse Victoria da Silva Ribeiro, de 4 anos, não resistiu aos ferimentos e faleceu na última quinta (06/09). Ela teve 90% do corpo queimado no incidente. a criança foi sepultada na última sexta (07/04). Outras quatro pessoas ficaram feridas com o incidente. Uma delas é a mãe da menina, Larissa Silvestre da Silva, de 26 anos, que segue internada e inconsciente, e, apesar de ter tido 90% do corpo queimado, está respondendo bem aos medicamentos,