Família amplia buscas por idoso desaparecido há quase duas semanas em São Gonçalo
Informações que possam ajudar nas buscas podem ser repassadas pelos telefones: (21) 96445-8014 e (21) 96755-4512

A angústia só aumenta para a família do aposentado Sérgio da Silva Rego, de 64 anos, desaparecido desde a noite do dia 20 de junho, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio. Já são 13 dias sem notícias concretas, e parentes seguem mobilizados em uma verdadeira força-tarefa para tentar encontrá-lo.
Morador do Jardim Catarina Novo, o idoso saiu de casa dizendo que faria compras e visitaria uma das filhas, mas nunca chegou ao destino. A última informação inicial indicava que ele teria sido visto na Praça de Santa Luzia, a poucos minutos de onde morava.
Desde então, a rotina da família virou uma busca incansável. Parentes e amigos passaram a percorrer diferentes bairros diariamente, organizando rondas e evitando repetir os mesmos trajetos para ampliar as chances de localizá-lo. “Desde o início, a gente tem feito buscas todos os dias. Quando não conseguimos ir, outras pessoas que estão nos ajudando vão no nosso lugar. A gente tenta não repetir os mesmos locais no mesmo dia, justamente para conseguir cobrir mais áreas”, contou a filha, Daiene.

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Nos últimos dias, novas pistas levaram os familiares a outras regiões. Um dos relatos aponta que o idoso teria sido visto caminhando sem camisa, vestindo apenas bermuda, na Rua São Pedro, nas proximidades do Memorial Parque Nycteroy. “A gente recebeu essa informação e fomos até lá. Rodamos por vários pontos próximos, conversamos com moradores e mostramos a foto dele. Qualquer informação a gente tenta verificar”, relatou Daiene.
As buscas também se estenderam por áreas como Pacheco, Barracão e Mundel, além de comunidades do próprio Jardim Catarina, onde fotos foram distribuídas e moradores alertados. Outros possíveis avistamentos mobilizaram ainda mais a família. Há relatos de que o idoso teria sido visto na região de Pendotiba, em Niterói, próximo à Pestalozzi, e também em Guaxindiba, em São Gonçalo. Em ambos os casos, familiares foram até os locais para verificar as informações, mas nenhuma delas foi confirmada.
“São muitas informações chegando o tempo todo. A gente tenta ir a todos os lugares ou mandar alguém para checar. Infelizmente, até agora nada foi confirmado, mas a gente não pode parar”, disse Daiene. A procura também se concentra em pontos de grande circulação, como Alcântara, onde familiares têm ido quase diariamente em busca de pistas. “As pessoas estão ajudando muito. Muita gente manda mensagem, foto, marca a gente nas redes sociais quando vê alguém parecido. Isso tem sido muito importante para a gente continuar procurando”, destacou.
A família já percorreu hospitais e conta com o apoio da Polícia Civil, que também realiza buscas em abrigos e outras unidades, mas até agora não há registro do paradeiro do aposentado. Um detalhe que aumenta ainda mais a preocupação é que o benefício do idoso, liberado após o desaparecimento, não foi movimentado. “Já são muitos dias sem nenhuma confirmação. A gente segue com esperança, mas precisa muito da ajuda das pessoas”, desabafou Daiene.
No dia em que desapareceu, ele vestia bermuda e casaco pretos e portava documentos pessoais. O caso foi registrado na 74ª DP (Alcântara). Informações que possam ajudar nas buscas podem ser repassadas pelos telefones: (21) 96445-8014 e (21) 96755-4512.
