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Professor é afastado de escola estadual após denúncias de assédio em Niterói

As alunas ainda afirmaram que levaram o ocorrido à direção da escola em busca de apoio e providência

relogio min de leitura | Escrito por Redação | 17 de março de 2026 - 12:03
De acordo com alunas da instituição, situações consideradas constrangedoras teriam ocorrido ao longo das aulas e nos corredores do colégio
De acordo com alunas da instituição, situações consideradas constrangedoras teriam ocorrido ao longo das aulas e nos corredores do colégio -

Um professor do Colégio Estadual Brigadeiro Castrioto, no bairro de São Lourenço, na Zona Norte de Niterói, foi afastado de suas funções na última segunda-feira (16) após estudantes relatarem episódios de assédio dentro da unidade escolar. As denúncias foram encaminhadas à Secretaria de Estado de Educação (Seeduc), que informou ter aberto “uma sindicância para investigar a conduta do servidor e de outros funcionários eventualmente envolvidos no caso”, que também serão investigados por possível omissão da diretoria diante dos relatos. Segundo a Seeduc, “foi determinado o afastamento do professor enquanto o processo administrativo estiver em andamento”.

De acordo com alunas da instituição, situações consideradas constrangedoras teriam ocorrido ao longo das aulas e nos corredores do colégio. As estudantes relataram que o professor fazia comentários e brincadeiras interpretadas por elas como de duplo sentido, além de manter comportamentos que geravam desconforto, como olhares e atitudes consideradas inadequadas.


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As alunas ainda afirmaram que levaram o ocorrido à direção da escola em busca de apoio e providência. Elas esperavam um acolhimento e uma apuração dos fatos, mas dizem que não houve nenhuma medida tomada. Ao relatarem os episódios, algumas teriam escutado que estariam exagerando ou sendo “chatas” e que não seria possível fazer algo naquele momento, o que causou desconforto entre as alunas.

Em nota, a Secretaria de Estado de Educação afirmou que uma sindicância foi aberta para verificar a conduta dos servidores envolvidos e que o professor permanecerá afastado da unidade até a conclusão do processo.

A Seeduc também declarou que “repudia qualquer forma de assédio e reiterou o compromisso com a manutenção de um ambiente de respeito na relação entre profissionais da rede estadual e alunos”.

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