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Após amputação e 10 cirurgias, moradora de Maricá pede ajuda por cadeira de rodas; veja como ajudar!

A arrecadação será destinada à compra de uma cadeira de rodas elétrica

relogio min de leitura | Escrito por Nayra Silva com edição de Cyntia Fonseca | 15 de abril de 2026 - 11:40
A vida da Rosimeri, 66 anos, moradora de Itaipuaçu, mudou drasticamente em menos de um ano
A vida da Rosimeri, 66 anos, moradora de Itaipuaçu, mudou drasticamente em menos de um ano -

A vida de Rosimeri, de 66 anos, moradora de Itaipuaçu, em Maricá, mudou drasticamente em menos de um ano. O que começou com um simples ferimento no pé evoluiu para um quadro grave de saúde, que resultou em amputação, dez cirurgias e, posteriormente, uma fratura no fêmur após uma queda. Hoje, sem conseguir se locomover sozinha, ela enfrenta uma rotina de dor, limitações e depende da ajuda da família para tarefas básicas do dia a dia. 

Diabética e hipertensa, Rosimeri teve os primeiros sinais do problema em 2025, quando um pequeno machucado no dedo do pé, inicialmente tratado como um calo, começou a se agravar. Em poucos dias, a situação fugiu do controle. “O machucadinho já tinha uns 15 dias, mas de um dia pro outro ficou escuro. Quando eu vi, corri com ela pro atendimento”, contou a filha, Rosana, 41.

A falta de circulação sanguínea fez com que a região necrosasse rapidamente, levando à amputação de dois dedos. O quadro continuou evoluindo e, pouco tempo depois, foi necessária uma nova cirurgia, desta vez em uma parte maior da perna. Durante o tratamento, Rosimeri ainda desenvolveu uma infecção óssea, o que exigiu um acompanhamento prolongado e uma série de procedimentos cirúrgicos. 

“Foram mais de dez cirurgias. Tinha semana que eram duas. Era muito sofrimento, muita dor”, relembrou Rosana. A internação durou cerca de seis meses. Nesse período, a família acompanhou de perto todo o processo, que exigiu cuidados constantes e enfrentou dificuldades diferentes ao longo do atendimento. Após a alta, a rotina em casa continuou sendo desafiadora. Mesmo fora do hospital, Rosimeri ainda precisou lidar com complicações e cuidados intensivos. “Foi praticamente o ano inteiro lutando com isso. Foram momentos muito difíceis”, contou.


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Diante da situação, a rotina da família também mudou completamente. Rosana, que trabalhava como cuidadora, precisou deixar o emprego para se dedicar integralmente à mãe. Ela também é responsável pelos três filhos, todos menores de idade, o que torna a rotina ainda mais desafiadora. 

Meses depois, um novo episódio acabou agravando ainda mais a condição da idosa. Durante um deslocamento, Rosimeri sofreu uma queda no momento do desembarque de um ônibus, o que resultou em uma fratura no fêmur. “Quando meu irmão foi ajudar, ela já estava no chão. Foi tudo muito rápido”, relatou Rosana.

Rosana, que trabalhava como cuidadora, precisou deixar o emprego para se dedicar integralmente à mãe
Rosana, que trabalhava como cuidadora, precisou deixar o emprego para se dedicar integralmente à mãe |  Foto: Layla Mussi

Após o ocorrido, ela passou por mais uma cirurgia, com a colocação de placa de titânio, pinos e uma haste. Desde então, não consegue mais dobrar a perna, o que compromete ainda mais sua mobilidade. O impacto emocional também é evidente. Emocionada, Rosimeri lamenta não conseguir mais fazer algo que sempre fez parte da sua rotina. “Eu não posso mais costurar… e eu gostava muito. Me ajudava, era uma renda extra”, disse.

Emocionada, Rosimeri lamenta não conseguir mais fazer algo que sempre fez parte da sua rotina, como costurar
Emocionada, Rosimeri lamenta não conseguir mais fazer algo que sempre fez parte da sua rotina, como costurar |  Foto: Layla Mussi

Atualmente, a idosa utiliza uma cadeira de rodas que foi doada, mas que já não oferece as condições ideais de uso. Segundo a família, o equipamento está desgastado e não garante o conforto necessário. “A gente precisa muito de uma cadeira elétrica, para dar mais autonomia pra ela”, afirmou Rosana. Outro desafio é a cama utilizada por Rosimeri, que é alugada e gera um custo mensal. A família busca uma alternativa mais adequada, que proporcione mais conforto e qualidade de vida.

A arrecadação será destinada à compra de uma cadeira de rodas elétrica
A arrecadação será destinada à compra de uma cadeira de rodas elétrica |  Foto: Layla Mussi

Os gastos com medicamentos, fraldas e outros itens de uso contínuo também pesam no orçamento. Parte dos materiais é obtida por meio do sistema público, mas não em quantidade suficiente. A renda da família vem, principalmente, de um benefício social recebido por Rosimeri, o que torna a situação financeira ainda mais limitada. 

Quem puder ajudar, pode contribuir com qualquer valor pelo PIX, utilizando o CPF 133.435.677-79, em nome de Rosimeri Marques da Silva. A arrecadação será destinada à compra de uma cadeira de rodas elétrica e outros itens considerados essenciais para garantir mais mobilidade.

A arrecadação será destinada à compra de uma cadeira de rodas elétrica
A arrecadação será destinada à compra de uma cadeira de rodas elétrica |  Foto: Layla Mussi
Imagem ilustrativa da imagem Após amputação e 10 cirurgias, moradora de Maricá pede ajuda por cadeira de rodas; veja como ajudar!

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