Instagram Facebook Twitter Whatsapp
Dólar R$ 5,0621 | Euro R$ 5,8862
Search

Após amputação e 10 cirurgias, moradora de Maricá pede ajuda por cadeira de rodas; veja como ajudar!

A arrecadação será destinada à compra de uma cadeira de rodas elétrica

relogio min de leitura | Escrito por Nayra Silva com edição de Cyntia Fonseca 15 de abril de 2026 - 11:40
A vida da Rosimeri, 66 anos, moradora de Itaipuaçu, mudou drasticamente em menos de um ano
A vida da Rosimeri, 66 anos, moradora de Itaipuaçu, mudou drasticamente em menos de um ano -

A vida da costureira Rosimeri Marques da Silva, de 66 anos, moradora de Itaipuaçu, em Maricá, mudou drasticamente em menos de um ano. O que começou com um simples ferimento num dos pés evoluiu para um quadro grave de saúde, que resultou em dez cirurgias e na amputação da perna esquerda, além de, posteriormente, uma fratura no fêmur após uma queda. Hoje, sem conseguir se locomover sozinha, ela enfrenta uma rotina de dor, limitações e dependência de familiares para tarefas básicas do dia a dia.

Diabética e hipertensa, Dona Rosimeri teve os primeiros sinais do problema em 2025, quando um pequeno machucado num dos dedos do pé, inicialmente tratado como um calo, começou a se agravar. Em poucos dias, a situação fugiu do controle. “O machucadinho já tinha uns 15 dias, mas de um dia para o outro ficou escuro. Quando eu vi, corri com ela pro atendimento”, contou a filha da costureira, Rosana, 41.

A falta de circulação sanguínea fez com que a região necrosasse rapidamente, levando à amputação de dois dedos. O quadro ruim continuou evoluindo e, pouco tempo depois, foi necessária uma nova cirurgia, desta vez amputando uma parte maior da perna esquerda. Durante o tratamento, Rosimeri acabou desenvolvendo uma infecção óssea, que exigiu um acompanhamento prolongado e uma série de outros procedimentos cirúrgicos.

“Foram mais de dez cirurgias. Tinha semana que eram duas. Era muito sofrimento, muita dor”, relembrou a filha Rosana. Aa internações duraram cerca de seis meses. Nesse período, a família acompanhou de perto todo o processo, que exigiu cuidados constantes.


Leia também:

Sesc Niterói e São Gonçalo celebram o Dia Mundial do Lazer com foco em sustentabilidade e voluntariado

Pré-vestibulares gratuitos em São Gonçalo apostam na educação como luta pela redução das desigualdades; conheça!


Após a alta, a rotina em casa continuou sendo desafiadora. Mesmo fora do hospital, Dona Rosimeri ainda precisou lidar com complicações e cuidados intensivos. “Foi praticamente o ano inteiro lutando com isso. Foram momentos muito difíceis”, lembrou a filha.

Com isso, a rotina da família mudou completamente. Rosana, que trabalhava como cuidadora, precisou deixar o emprego para se dedicar integralmente à mãe. Ela também é responsável pelos três filhos, todos menores de idade, o que torna a rotina ainda mais desafiadora.

Meses depois, um novo episódio acabou agravando ainda mais a condição da idosa. Durante um deslocamento, Dona Rosimeri sofreu uma queda quando descia de um ônibus, o que resultou em uma fratura no fêmur da perna direita. “Quando meu irmão foi ajudar, ela já estava no chão. Foi tudo muito rápido”, relatou Rosana. 

Rosana, que trabalhava como cuidadora, precisou deixar o emprego para se dedicar integralmente à mãe
Rosana, que trabalhava como cuidadora, precisou deixar o emprego para se dedicar integralmente à mãe |  Foto: Layla Mussi

Após o ocorrido, ela passou por mais uma cirurgia, com a colocação de placa de titânio, pinos e uma haste na perna direita. Desde então, não consegue mais dobrar a perna, o que compromete ainda mais sua mobilidade. O impacto emocional também é evidente.

Emocionada, Rosimeri lamenta não conseguir mais fazer algo que sempre fez parte da sua rotina, como costurar
Emocionada, Rosimeri lamenta não conseguir mais fazer algo que sempre fez parte da sua rotina, como costurar |  Foto: Layla Mussi

Emocionada, a costureira lamenta não conseguir exercer mais sua profissão. “Eu não posso mais costurar… e eu gostava muito...”, disse. Desde o último acidente, a idosa utiliza uma cadeira de rodas que foi doada, mas que não oferece mais condições ideais para sua locomoção. “A gente precisa muito de uma cadeira elétrica, para dar mais autonomia pra ela”, afirmou a filha Rosana. Além disso, a cama utilizada por Rosimeri é alugada e gera um custo mensal para a família.

A arrecadação será destinada à compra de uma cadeira de rodas elétrica
A arrecadação será destinada à compra de uma cadeira de rodas elétrica |  Foto: Layla Mussi

Os gastos com medicamentos, fraldas geriátricas e outros itens de uso contínuo também pesam no orçamento. Parte dos materiais é obtida por meio do sistema público, mas não em quantidade suficiente. A renda da família vem, principalmente, de um benefício social recebido por Rosimeri, o que torna a situação financeira ainda mais limitada.

Quem puder ajudar, pode contribuir com qualquer valor pelo PIX, utilizando o CPF 133.435.677-79, em nome de Rosimeri Marques da Silva. A arrecadação será destinada à compra de uma cadeira de rodas elétrica e outros itens considerados essenciais para garantir mais mobilidade.

A arrecadação será destinada à compra de uma cadeira de rodas elétrica
A arrecadação será destinada à compra de uma cadeira de rodas elétrica |  Foto: Layla Mussi
Imagem ilustrativa da imagem Após amputação e 10 cirurgias, moradora de Maricá pede ajuda por cadeira de rodas; veja como ajudar!

Matérias Relacionadas