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RJ Transplantes capta córneas, rins, fígado e pâncreas no Hospital Estadual Alberto Torres, em São Gonçalo

A família de um paciente de 32 anos, internado no HEAT, no Colubandê, após grave acidente com moto, autorizou a doação dos seus órgãos neste domingo (07) após a confirmação de morte encefálica

relogio min de leitura | Escrito por Redação 08 de junho de 2026 - 19:32
A equipe da Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (CIHDOTT) do HEAT também obteve o “sim” de familiares de um jovem de 18 anos para a doação de seus órgãos
A equipe da Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (CIHDOTT) do HEAT também obteve o “sim” de familiares de um jovem de 18 anos para a doação de seus órgãos -

A família de um paciente de 32 anos, internado no Hospital Estadual Alberto Torres (HEAT), em São Gonçalo, após grave acidente com moto, autorizou a doação dos seus órgãos neste domingo (07) após a confirmação de morte encefálica. A equipe do RJ Transplantes, da secretaria estadual de Saúde, captou na manhã desta segunda-feira (08) córneas, rins e fígado.

A equipe da Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (CIHDOTT) do HEAT também obteve o “sim” de familiares de um jovem de 18 anos para a doação de seus órgãos no final de semana. Vítima também de acidente envolvendo motos, a equipe médica conseguiu captar pâncreas, rins, fígado e córneas.


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Com a autorização de doação assinada por familiares, uma força-tarefa é montada para a captação e transporte dos órgãos no menor tempo possível. Após uma hora e meia de procedimento, o órgão é embalado em uma solução de preservação para garantir sua viabilidade durante o transporte.

A captação de órgãos é feita no centro cirúrgico do Centro de Trauma. “Quando um potencial doador é identificado e a equipe médica visualiza a doação de órgãos cuja captação e transporte tem que ser feitas em até quatro horas, como o coração, a equipe da CIHDOTT mobiliza dezenas de profissionais para que o paciente que está do outro lado receba o transplante no tempo certo”, explica o médico Sandro Montezano.

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