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Anvisa proíbe azeite extravirgem impróprio para consumo e determina recolhimento

A Anvisa ressalta que fraudes em produtos alimentícios têm sido cada vez mais comuns no país

relogio min de leitura | Escrito por Redação | 30 de março de 2026 - 09:59
A partir das medidas, as ações de venda, distribuição, fabricação, importação, divulgação e utilização do produto foram proibidas
A partir das medidas, as ações de venda, distribuição, fabricação, importação, divulgação e utilização do produto foram proibidas -

A venda do azeite de oliva extravirgem, da marca Royal, foi proibida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), depois de serem identificadas irregularidades na composição do azeite. A medida foi divulgada pelo Diário Oficial da União e determina que sejam imediatamente recolhidos os lotes que estão nos mercados.

De acordo com a agência, a irregularidade foi identificada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), após analisar a composição do lote 255001 e constatar que o azeite não era compatível com os padrões “de identidade e qualidade aplicáveis ao azeite de oliva extravirgem”. Também foi encontrada a adição de outros óleos vegetais. Por causa dessas condições, o azeite foi classificado como impróprio para consumo, por não assegurar qualidade e segurança ao consumidor.


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A partir das medidas, as ações de venda, distribuição, fabricação, importação, divulgação e utilização do produto foram proibidas. A medida também determina a remoção dos itens das gôndolas, além da apreensão pelos agentes sanitários.

A Anvisa ressalta que fraudes em produtos alimentícios têm sido cada vez mais comuns no país, pois o azeite está entre os produtos suscetíveis a adulterações. Ações parecidas já impactaram outras marcas, por questões relacionadas à origem desconhecida, inconsistências cadastrais e também alterações na composição.

Consumidores que compraram o azeite precisam parar imediatamente de usá-lo e ir ao local onde adquiriram o produto para pedir a devolução ou troca. O alerta da Anvisa é que a venda de produtos proibidos é considerada infração sanitária e pode causar penalidades.

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