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Caso Estupro Coletivo: Pai de acusado ataca advogado da adolescente de 17 anos

Todos os acusados permanecem detidos

relogio min de leitura | Escrito por Redação | 09 de março de 2026 - 13:07
O ex-gestor escreveu: “Você também está querendo cinco minutos de fama. Vai trabalhar para pagar as suas contas. Vagabundo”
O ex-gestor escreveu: “Você também está querendo cinco minutos de fama. Vai trabalhar para pagar as suas contas. Vagabundo” -

O advogado Rodrigo Mondego, representante da adolescente de 17 anos vítima de estupro coletivo em Copacabana, denunciou em suas redes sociais uma mensagem ofensiva enviada  supostamente pelo pai de um dos envolvidos. O autor do ataque seria José Carlos Costa Simonin, ex-subsecretário de Governança do Rio e pai de Vitor Hugo Oliveira Simonin, de 18 anos.

Na mensagem, o ex-gestor escreveu: “Você também está querendo cinco minutos de fama. Vai trabalhar para pagar as suas contas. Vagabundo”. Em resposta, o advogado afirmou: “Caro ex-subsecretário, vagabundo não sou, sou sim advogado e trabalho bastante. Inclusive para que o vagabundo do seu filho continue enjaulado, respondendo na Justiça pelo estupro que lhe é imputado. Cada um ocupa o lugar que escolheu, eu ao lado da vítima, e o senhor, passando a mão na cabeça de estuprador. A Justiça seguirá fazendo o resto”.


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Simultaneamente ao conflito, a Justiça do Rio de Janeiro deu continuidade das prisões dos quatro jovens envolvidos. Após as audiências de custódia realizadas na última sexta-feira (6/3), Bruno Felipe dos Santos Allegretti e Vitor Hugo Oliveira Simonin permaneceram detidos, seguindo a mesma decisão aplicada anteriormente a Mattheus Verissimo Zoel Martins e João Gabriel Xavier Bertho. Todos os acusados, que têm entre 18 e 19 anos, respondem por cárcere privado e estupro com o agravante de a vítima ser menor de idade.

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