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Suzana von Richthofen é declarada inventariante da herança do tio

A gestão da herança está sendo disputada por Suzane e Silvia Magnani, que alega ter sido companheira de Miguel Abdalla Neto

relogio min de leitura | Escrito por Redação | 06 de fevereiro de 2026 - 13:29
Justiça de São Paulo declara Suzane von Richthofen como inventariante da herança do tio
Justiça de São Paulo declara Suzane von Richthofen como inventariante da herança do tio -

Suzane von Richthofen foi declarada inventariante da herança de seu tio materno, Miguel Abdalla Neto, que faleceu em janeiro, pela Justiça de São Paulo. Entretanto, Silvia Magnani alega que é ex-companheira de Miguel e, por isso, está brigando na Justiça pela herança.

Por meio de nota, a defesa de Silvia alega que a decisão foi recebida com “profunda preocupação” e ressalta que ela foi companheira de Miguel por pouco mais de uma década. Além disso, também contesta-se a legitimidade de Suzane como inventariante da herança.


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Agora Suzane terá a função de administrar e representar a herança e representará o espólio, bem como direitos e obrigações deixados por Miguel.

Briga judicial

A defesa de Silvia acredita que a nomeação de Suzane ocorreu de forma prematura, pois ainda não foi finalizado o prazo para a apresentação de documentos que atestem a união estável entre o suposto casal.

De acordo com a equipe de advogados, se a união estável for confirmada, Silvia terá prioridade ou até mesmo participação direta no processo de sucessão, invalidando assim a função de Suzane.

Em outro momento, a defesa de Silvia havia usado o histórico criminal de Suzane e ações tomadas por ela após a morte de Miguel, como a remoção de um veículo sem autorização judicial e a soldagem de portões da casa do tio, para apontar a prática de violação da administração isenta e segura dos bens.

Defesa de Suzane

A defesa de Suzane teve acesso a documentos e afirma que as ações tomadas na residência, situada no bairro Campo Belo, tinham como finalidade a preservação patrimonial, além de serem atos isolados.

Os advogados que representam Suzane informaram que a casa foi alvo de invasões e furtos de dinheiro, móveis e documentos, depois do anúncio da morte pela imprensa.

O carro, que estava com Suzane, teria sido guardado em um “local seguro”, enquanto aguardava a autorização judicial, que foi expedida nesta quinta-feira (5), concedendo à sobrinha do falecido o direito de realizar a gestão da herança.

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