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Bap processa Pedrinho e cobra R$ 40 mil após críticas do presidente do Vasco

Presidente do Flamengo entrou na Justiça por danos morais e também pede retratação pública após ser chamado de “mau-caráter”, “arrogante”, “soberbo” e “hipócrita”

relogio min de leitura | Redação
Bap desaprovou a forma com que o presidente do Vasco, Pedrinho, se referiu a ele
Bap desaprovou a forma com que o presidente do Vasco, Pedrinho, se referiu a ele -

O presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista, o Bap, entrou com uma ação judicial contra o presidente do Vasco, Pedrinho, após declarações feitas pelo dirigente cruzmaltino no último dia 19 de agosto. Bap pede uma indenização de pelo menos R$ 40 mil por danos morais e também uma retratação pública.

A ação começou a tramitar nesta terça-feira (25) e, segundo o UOL, o advogado de Bap informou no processo que o dirigente não tem interesse em uma conciliação. Na avaliação do presidente rubro-negro, Pedrinho ultrapassou os limites de uma discussão relacionada ao futebol ao fazer críticas pessoais.

Pedrinho fez os ataques durante o embarque da delegação do Vasco para Assunção, no Paraguai. Na ocasião, o presidente vascaíno afirmou que suas declarações eram direcionadas especificamente a Bap, e não ao Flamengo.


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Entre os termos utilizados por Pedrinho estavam “mau-caráter”, “arrogante”, “prepotente”, “soberbo” e “hipócrita”. O dirigente também acusou o presidente do Flamengo de perseguir o Vasco e criticou manifestações de Bap relacionadas à situação financeira do clube e à negociação envolvendo a SAF vascaína.

Outro ponto de divergência envolve a Libra e a divisão das cotas do Campeonato Brasileiro. Pedrinho questionou a postura de Bap e afirmou que o presidente rubro-negro defenderia os interesses do Flamengo quando o assunto envolve a distribuição das receitas da competição.

Na ação judicial, Bap sustenta que o processo não trata de uma disputa esportiva, mas dos limites entre uma crítica a decisões ou posicionamentos e ataques direcionados à honra de uma pessoa.

“A presente ação não discute futebol, mas discute o limite entre criticar um ato e desqualificar uma pessoa”, diz trecho da petição inicial citado pelo UOL.

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