Empresária acusada de falsificar documentos de Ronaldinho é presa no Paraguai
Dalia López, de 55 anos, estava foragida desde março de 2020

A empresária Dalia López, de 55 anos, acusada de falsificar documentos do ex-jogador Ronaldinho Gaúcho, foi presa nesta quinta-feira (2), em Assunção, dentro de um apartamento. Ela estava foragida desde março de 2020.
Dalia foi quem promoveu no mesmo ano, a vinda do astro brasileiro e de seu irmão, Roberto de Assis Moreira, para um evento beneficente no Paraguai.
Ao chegar ao país, o ex-jogador foi detido por apresentar um passaporte e uma identidade falsificados, permanecendo quase um mês na prisão da Agrupação Especializada da Polícia de Assunção. Após o pagamento de uma fiança de 1,6 milhão de dólares (R$ 8,3 milhões, na cotação da época), um juiz concedeu a Ronaldinho e a seu irmão prisão domiciliar.
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Os irmãos ficaram em um hotel na capital paraguaia até obterem a liberdade, depois de pagar uma multa de 200 mil dólares (R$ 1,1 milhão).
A empresária de eventos Dalia López foi acusada do mesmo crime e declarada foragida da Justiça. No anonimato desde 2020, López declarou à imprensa, nesta quinta-feira, que decidiu se entregar às autoridades por considerar que sua integridade física estava em risco.
Contra ela, pesam acusações de produção de documentos públicos falsos e associação criminosa. Durante uma busca na luxuosa residência onde vivia, a polícia apreendeu mais de 200 mil dólares (cerca de R$ 1 milhão, na cotação atual).