Polícia Civil fecha fábrica de bebidas alcoólicas falsificadas na Baixada Fluminense
Responsável irá responder pelos crimes contra a propriedade industrial e contra as relações de consumo, além de falsificação

Agentes da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM) estouraram, nesta quarta-feira (13), uma fábrica de bebidas alcoólicas falsificadas em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Um homem foi conduzido à delegacia e vai responder por crimes contra a propriedade industrial e contra as relações de consumo, além de falsificação e demais delitos que sejam apurados no transcorrer das investigações.
Na ação, que é parte da Força-Tarefa, foram apreendidas centenas de garrafas de bebidas falsificadas, rótulos de marcas famosas, vasilhames vazios, tampas, caixas e outros instrumentos utilizados para realizar o envasamento dos líquidos. Outros estabelecimentos vinculados ao mesmo homem foram alvo de cumprimento de mandados de busca e apreensão.
Homem preso por falsificação de cerveja mostra processo de adulteração
De acordo com os policiais, as bebidas envasadas tinham qualidade e preço inferiores e eram vendidas como sendo de marcas famosas. O material apreendido será encaminhado para perícia.

Ainda segundo os agentes, o homem conduzido à DRCPIM foi preso em duas situações anteriores pelos crimes de falsificação, corrupção, adulteração, ou alteração de substância ou produto alimentício, utilizando o mesmo modus operandi.
OUTRO CASO
Na última semana, sete pessoas foram presas, após serem flagradas falsificando garrafas de cerveja, em Araruama, Região dos Lagos. A prisão aconteceu após policiais da 82ª DP (Maricá) despertarem a atenção para um caminhão de entrega de bebidas.
No veículo os policiais já encontraram as cervejas falsificadas e, logo após, conseguiram localizar o galpão onde o crime era realizado, em Araruama.
Com apoio dos policiais civis do local, a equipe prendeu em flagrante sete pessoas envolvidas no processo que consistia em retirar rótulos e chapinhas de uma cerveja com nome "A Outra" e colocar informações referentes a marcas famosas.

Segundo as investigações, a caixa com 24 garrafas era vendida por um valor que variava entre R$90 a R$100. O que é indício de que os comerciantes que compravam sabiam da falsificação.