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Luiz Inácio Lula da Silva lidera intenção de voto em possível segundo turno contra Flávio Bolsonaro

A pesquisa foi feita entre os dias 15 e 20 de maio, pouco depois da divulgação das mensagens entre Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro, no caso Master

relogio min de leitura | Escrito por Redação | 22 de maio de 2026 - 10:32
Lula lidera pesquisa após escândalo do Banco Master
Lula lidera pesquisa após escândalo do Banco Master -

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera o cenário do segundo turno contra o senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL), depois de uma diminuição de 4,7 pontos percentuais nas intenções de voto do filho do ex-presidente, se comparado ao último levantamento. Os dados são da pesquisa Apex/Futura, divulgada nesta sexta-feira (22).

A pesquisa foi feita entre os dias 15 e 20 de maio, pouco depois da divulgação das mensagens entre Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro, no caso Master. No total, foram 878 pessoas entrevistadas, e os números contam com uma margem de erro de 2,2 pontos percentuais.


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Nos dados anteriores, que haviam sido divulgados no dia 11 de maio, Flávio Bolsonaro contava com 46,9% das intenções de voto, caso ocorresse um segundo turno. Por outro lado, Luiz Inácio Lula da Silva tinha 44,4% dos votos. Esse cenário indicava um empate técnico.

Entretanto, agora o cenário mudou, e o atual presidente possui 47,7%, enquanto Flávio Bolsonaro tem 42,2%, deixando o presidente à frente para além da margem de erro.

Ainda de acordo com o levantamento, foi registrada uma alteração no cenário referente ao primeiro turno. Luiz Inácio Lula da Silva aumentou de 38,3% para 42,7%, atingindo o limite da margem de erro. Flávio Bolsonaro oscilou de forma negativa, saindo de 36,1% para 35,6%.

A pesquisa também buscou entender os impactos do caso Master nas eleições. Os dados apontam que 82,1% dos entrevistados alegam saber do caso. Outros 67,1% afirmam ter conhecimento sobre as mensagens entre o banqueiro e Flávio Bolsonaro.

Mesmo com a ampla divulgação do caso, somente 13,5% dos entrevistados alegam que a ocorrência pode causar alterações na intenção de voto.

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