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Deputado estadual Thiago Rangel é preso pela Polícia Federal

O parlamentar foi preso na quarta fase da Operação Unha e Carne, que busca desarticular um grupo criminoso especializado na execução de fraudes em compras de materiais e na contratação de serviços

relogio min de leitura | Escrito por Redação | 05 de maio de 2026 - 10:28
O deputado estadual Thiago Rangel (Avante), foi preso pela Polícia Federal
O deputado estadual Thiago Rangel (Avante), foi preso pela Polícia Federal -

A Polícia Federal (PF) prendeu o deputado estadual Thiago Rangel (Avante), na manhã desta terça-feira (5), no Rio de Janeiro, na quarta etapa da 'Operação Unha e Carne'.

A ação da PF busca desarticular um grupo criminoso especializado na execução de fraudes em compras de material e contratação de serviços, como obras, na esfera da Secretaria de Educação do Estado do Rio de Janeiro (Seeduc).


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Fora a prisão do deputado estadual, os policiais ainda cumprem cinco mandados de prisão e outros 23 mandados de busca e apreensão nas cidades do Rio de Janeiro, Campos dos Goytacazes, Miracema e Bom Jesus do Itabapoana.

A ação desta segunda, Operação Unha e Carne, é a mesma que prendeu o ex-presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), Rodrigo Bacellar, em dezembro do ano passado.

Entenda o caso 

A PF informou que as investigações tiveram início depois da análise de mídias apreendidas na primeira etapa da operação. Na época, a intenção era coibir o vazamento de informações confidenciais por agentes públicos.

De acordo com a PF, Rodrigo Bacellar mandou TH Joias destruir provas e fugir.

As investigações indicaram que as ações criminosas consistiam no direcionamento das contratações realizadas por escolas ligadas com a Diretoria Regional Noroeste da Seeduc, apontada como área de influência política de Thiago Rangel, para organizações selecionadas e que mantiveram contato com o esquema investigado.

Ainda segundo a PF, depois de receberem os recursos públicos, os sócios ou até mesmo procuradores realizavam saques. Logo em seguida, eram efetuados depósitos ou transferências bancárias para empresas vinculadas a integrantes do grupo criminoso.

Durante as investigações, foi descoberto que os valores desviados eram incorporados com dinheiro lícito em contas bancárias pertencentes a uma rede de combustíveis administrada pelo chefe da organização.

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