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Confusão marca CPI do INSS, que aprovou quebra de sigilo bancário do filho do Lula

Confusão envolveu três deputados e o relator da CPMI

relogio min de leitura | Escrito por Redação | 26 de fevereiro de 2026 - 15:38
Parlamentares se aproximaram da mesa do relator e iniciaram a confusão
Parlamentares se aproximaram da mesa do relator e iniciaram a confusão -

Empurrões, socos e uma confusão generalizada marcaram o fim da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A briga começou após a aprovação da quebra de sigilo bancário do filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Fábio Luís Lula da Silva, também conhecido como 'Lulinha'.

Depois da aprovação, parlamentares chegaram a mesa para protestar, momento que começou o tumulto e só pararam após intervenção. Os envolvidos na confusão estavam o relator Alfredo Gaspar (União-AL); os deputados Evair de Melo (PP-ES), Luiz Lima (Novo-RJ) e Rogério Correa (PT-MG).


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A sessão foi suspensa por conta da confusão, porém voltou após alguns minutos para a fala de certos parlamentares. O deputado Luiz Lima, disse que recebeu um soco e Rogério Correa confessou a agressão, encerrando a história com um pedido de desculpas.

Lulinha está sendo investigado após a Polícia Federal (PF) apreender trocas de mensagens de Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como "Careca do INSS", e a empresária, Roberta Luchsinger, que supostamente o mencionaram. A empresária é amiga de Lulinha e teria recebido pagamentos do Careca para uma parceria  com órgãos de saúde para a venda de produtos derivados de cannabis medicinal.

Roberta se tornou alvo da operação da PF, porém nega qualquer irregularidade em sua relação com o Careca. O deputado relator do caso, Alfredo Gaspar, disse que a suspeita é de que Lulinha era "sócio oculto" de Antônio.

A votação começou quando o presidente da CPI decidiu iniciar a votação e disse que não suplentes não teriam direito a voto. O método de votação foi por meio de uma análise visual, com a quantidade de pessoas em pé com mãos levantadas, e não uma contagem exata.

Quem estava a favor, deveria permanecer sentado, e quem era contra, deveria se levantar. Porém, o presidente reiterou que apenas os titulares deveriam votar e contou sete sentados, aprovando a pauta; começando a confusão com a indignação de parlamentares perante o resultado

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