Reitor da UERJ se filia ao PT em evento com Lula

Filiação aconteceu durante evento na quinta-feira (10)

Escrito por Redação 11/06/2021 13:21, atualizado em 11/06/2021 15:42
Ricardo Lodi foi advogado de Dilma no processo de impeachment, em 2016
Ricardo Lodi foi advogado de Dilma no processo de impeachment, em 2016 . Foto: Ricardo Stuckert/Divulgação

O reitor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Ricardo Lodi, se filiou ao Partido dos Trabalhadores (PT) durante um evento a presença do ex-presidente Lula, na noite da última quinta-feira (10), no Rio. 

Ricardo Lodi Ribeiro é doutor em direito e foi um dos principais advogados responsáveis pela defesa da ex-presidente Dilma Rousseff em seu processo de impeachment, em 2016. Ele foi eleito como Reitor da UERJ em 2019. Além de Lodi, também se filiaram ao partido a pró-reitora de extensão e cultura da universidade, Cláudia Gonçalves de Lima, e a escritora Antônia Pelegrino.

“O PT recebe com braços e coração abertos seus mais novos filiados. Todos abonados por Lula”, anunciou, através das redes sociais, a presidenta nacional do partido, deputada Gleisi Hoffmann.

O ex-presidente está cumprindo agenda no estado e se reuniu na noite de ontem com possíveis aliados para discutir a construção de sua campanha em 2022. No encontro, participaram os deputados federais Marcelo Freixo (sem partido), possível candidato ao governo do estado em 2022; Jandira Feghali (PCdoB), Gleisi Hoffmann (PT), Alessandro Molon (PSB), Benedita da Silva (PT), o presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio (Alerj), André Ceciliano (PT), o deputado estadual Carlos Minc (PSB), entre outras lideranças. 

Agenda desta sexta-feira

Segundo o jornal O Globo, nesta sexta-feira (11), o ex-presidente se encontrará com o prefeito do Rio, Eduardo Paes (PSD), em um almoço no Palácio da Cidade. O ex-presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, também deve participar do encontro. Lula se articula para conseguir o apoio dos dois políticos para sua campanha no próximo ano. Nesta semana, Maia confessou que, para evitar a reeleição de Bolsonaro, votaria em Lula.

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