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Teto desaba em escola estadual de Niterói e alunos relatam outros problemas na unidade

Desde 2023, uma parte da escola segue interditada após o teto ceder durante uma forte chuva

relogio min de leitura | Escrito por Redação | 26 de março de 2026 - 10:38
Segundo os estudantes, não é a primeira vez que isso acontece
Segundo os estudantes, não é a primeira vez que isso acontece -

Um incidente ocorreu no refeitório do Colégio Estadual Matemático Joaquim Gomes de Sousa - Intercultural Brasil - China, em Charitas, na Zona Sul de Niterói. Parte do teto desabou e chamou atenção para problemas estruturais da unidade. A situação foi divulgada nas redes sociais pelo Grêmio Estudantil, que publicou imagens e denúncias sobre as condições do prédio no dia (11). Segundo os estudantes, não é a primeira vez que isso acontece. Desde 2023, uma parte da escola segue interditada após o teto ceder durante uma forte chuva.

Os alunos também afirmam que espaços essenciais estão fora de funcionamento, como um laboratório que permanece fechado, prejudicando atividades pedagógicas. Ainda segundo o grêmio, manutenções chegaram a ser iniciadas no local, mas não foram concluídas.


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Outros problemas incluem também a ausência de quadra esportiva e uma piscina que nunca foi utilizada desde a inauguração, em 2015. A unidade funciona em um prédio antigo e atende estudantes em regime de ensino integral, com foco em disciplinas como matemática, física, química, além de aulas de mandarim e inglês.

Apesar dos problemas relatados, a escola apresenta bom desempenho no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), resultado atribuído por alunos ao trabalho de professores e ao esforço coletivo. A unidade também mantém parceria com uma universidade chinesa, que oferece possibilidade de um intercâmbio aos estudantes no fim do curso.

A Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro (Seeduc) informou que “a unidade vem passando por reformas para melhorias e adequações de infraestrutura, inclusive o telhado já foi trocado”. Ainda acrescentou que “outras intervenções serão realizadas. As áreas que não oferecem estrutura adequada estão isoladas para que não haja circulação de estudantes e funcionários”, finaliza a nota.

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