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Helicóptero de pouso forçado na Barra, no Rio, era pilotado por protagonista de ações marcantes

Adonis Lopes foi feito de refém em 2021 e participou da operação que matou o traficante Márcio Matemático em 2012

relogio min de leitura | Escrito por Redação | 03 de abril de 2026 - 18:15
Adonis Lopes De Oliveira também é Diretor Geral de Operações Aéreas do Governo do Estado
Adonis Lopes De Oliveira também é Diretor Geral de Operações Aéreas do Governo do Estado -

O helicóptero que realizou um pouso forçado na praia da Barra da Tijuca na manhã desta sexta-feira (3) era pilotado pelo policial civil Adonis Lopes, figura que já participou de momentos marcantes na cidade em outras ocasiões. Ele estava de folga e foi contratado para um voo panorâmico que saiu do Pontal.

O agente, que é piloto da PC, já transportou Cláudio Castro, ex-governador do Rio em viagens oficiais, participou da operação policial que matou o traficante Matemático e também foi sequestrado em um voo em 2021.


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A aeronave era uma Robinson 44, que segundo um surfista que presenciou a queda, foi perdendo potência porém foi até uma area mais vazia para pousar. Adonis por conta dos problemas técnicos teve que pousou no mar, próximo aos postos 3 e 4 da praia e estava acompanhado de mais duas pessoas que não se feriram na ocasião.

Herói - O agente em setembro de 2021, foi feito de refém por dois homens armados em Angra dos Reis, na Costa Verde fluminense, que o obrigaram a ir até o Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu. De acordo com a PC, os criminosos queriam resgatar um preso e chegaram a lutar com o piloto, que realizou manobras quando passou pelo 14°BPM (Bangu) e simulou uma queda.

Nove anos antes, Adonis também esteve presenta na operação realizada pela polícia Civil, Federal e Militar, que culminou na morte do traficante Márcio José Sabino Pereira, conhecido como Matemático, também em Bangu. Registros policiais afirmam que disparos que acertaram criminosos durante a operação foram realizados de dentro de um helicóptero.

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