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Ação conjunta interdita clínica de estética clandestina em Niterói

Estabelecimento funcionava sem licença e tinha câmara de bronzeamento artificial ilegal

relogio min de leitura | Escrito por Redação | 17 de janeiro de 2026 - 13:24
Segundo o delegado titular da 81ªDP (Itaipu), Deoclecio Assis, o trabalho integrado entre os órgãos reforça o compromisso com a segurança da população
Segundo o delegado titular da 81ªDP (Itaipu), Deoclecio Assis, o trabalho integrado entre os órgãos reforça o compromisso com a segurança da população -

Uma ação conjunta do Gabinete de Gestão Integrada Municipal (GGIM) da Prefeitura de Niterói, da Polícia Civil e da Vigilância Sanitária interditou uma clínica de estética clandestina no Centro da cidade. O estabelecimento funcionava sem licença e oferecia procedimentos estéticos irregulares.

Durante a operação, foram encontrados materiais e documentos que serão analisados pela Polícia Civil. A clínica também possuía uma câmara de bronzeamento artificial ilegal, proibida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) devido aos riscos de câncer de pele.

A ação faz parte da Operação Pharmakon, que tem como objetivo proteger a saúde pública e coibir práticas irregulares. O estabelecimento foi interditado e o responsável conduzido à delegacia. Outras operações estão previstas para diferentes regiões da cidade.


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O nome Pharmakon tem origem na língua grega e carrega um duplo significado — “remédio” e “veneno”. O termo expressa a ambiguidade da medicina, que pode ser usada para curar ou causar dano, simbolizando o risco e o perigo representados por falsos profissionais e clínicas clandestinas que oferecem tratamentos irregulares sob aparência de legalidade.

O secretário do GGIM, Felipe Ordacgy, afirmou que a Pharmakon faz parte da nova linha de operações integradas com as forças de segurança voltadas à área de saúde pública.

“Estamos fortalecendo a integração com as forças de segurança e os órgãos de fiscalização municipal para proteger a população e coibir práticas criminosas que colocam a saúde das pessoas em risco. A população procura estes estabelecimentos almejando rejuvenescimento e beleza, mas na verdade são expostos à diversos riscos contra a saúde e a vida”, afirmou o secretário. 

Durante a ação, a Vigilância Sanitária municipal lavrou autos de infração e termos sanitários contra o estabelecimento
Durante a ação, a Vigilância Sanitária municipal lavrou autos de infração e termos sanitários contra o estabelecimento |  Foto: Divulgação/Prefeitura de Niterói

Durante a ação, a Vigilância Sanitária municipal lavrou autos de infração e termos sanitários contra o estabelecimento. Um dos autos foi emitido pelo funcionamento irregular da clínica, que realizava atividades de estética e outros serviços de cuidados com a beleza sem licença sanitária e sem responsável técnico legalmente habilitado.

Segundo o delegado titular da 81ªDP (Itaipu), Deoclecio Assis, o trabalho integrado entre os órgãos reforça o compromisso com a segurança da população.

“Esses locais funcionam à margem da lei e colocam em risco a saúde e a vida de pessoas que buscam tratamento. A integração entre a Polícia Civil, o GGIM e a Vigilância Sanitária é essencial para identificar, interditar e responsabilizar os envolvidos. A polícia civil reafirma seu compromisso institucional de permanecer em defesa de quem precisar”, destacou o delegado.

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