Viúva de engenheiro terá que dividir herança com amante do marido em Niterói

Relação extra-conjugal durou 17 anos

Enviado Direto da Redação
 Decisão foi proferida em 1ª instância pela Justiça de Niterói

Decisão foi proferida em 1ª instância pela Justiça de Niterói

Foto: Divulgação

Pela primeira vez em Niterói, uma união estável putativa (relação familiar paralela ou concubinato) foi aceita pela Justiça. A viúva de um engenheiro foi condenada a dividir parte da herança do marido com a amante dele. O valor, estimado em mais de R$ 12 milhões, incluindo um prêmio da Mega Sena, está sendo disputado entre a viúva e a secretária de seu marido, com quem ele manteve relação por 17 anos.


A decisão é da 2ª Vara de Direito de Família de Niterói e foi confirmada em segunda instância pela 10ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. O caso corre em segredo de Justiça e o nome dos envolvidos não foram revelados. No entanto, a decisão foi tomada pela Justiça, que entendeu que a secretária não tinha conhecimento de que o engenheiro, funcionário graduado de uma autarquia de transportes do governo do estado, era casado.


A relação extra-conjugal durou 17 anos e o casamento 48, mas somente em 2014, com a morte do engenheiro, o prêmio da Mega Sena foi descoberto e o caso virou briga por herança.


Na ocasião, a relação da secretária com o engenheiro já havia acabado e ela já buscava seus direitos na Justiça.


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