Instagram Facebook Twitter Whatsapp
Dólar R$ 5,2016 | Euro R$ 6,2128
Search

Combate ao trabalho infantil

Fórum lança campanha, hoje, que será realizada em escolas do Estado do Rio

relogio min de leitura | Escrito por Redação | 12 de junho de 2015 - 13:28

Segundo dados oficiais, cerca de 104 mil crianças são vítimas de exploração no Estado do Rio

Foto: Divulgação

O Fórum Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil e Proteção ao Trabalhador Adolescente do Rio de Janeiro (Fepeti/RJ) lança hoje, às 9h, a campanha de combate ao trabalho infantil 2015 e o projeto que levará o debate sobre o tema a escolas do Estado. A iniciativa busca trabalhar com os alunos em sala de aula os riscos para crianças e adolescentes do trabalho precoce, assim como as consequências legais para quem pratica esse ato irregular e as formas de denunciar.

O lançamento será realizado na sede da OAB/RJ, no centro do Rio. O lançamento marca as comemorações do “Dia Mundial contra o Trabalho Infantil”, comemorado nesta sexta-feira.

O projeto, intitulado “Trabalho infantil: eu combato! Multiplique essa ideia”, conta com a parceria da Secretaria Estadual de Educação, do Ministério Público do Trabalho no Rio de Janeiro (MPT-RJ) e do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT1).

Além da realização de oficinas de fotografia e história em quadrinhos nas escolas, o projeto prevê a sensibilização de professores por meio do programa MPT na Escola, do Ministério Público do Trabalho.

Na ocasião serão apresentados ainda os vídeos estreladas pelos atores Wagner Moura e Priscila Camargo, com mensagens sobre os riscos dessa prática ilegal e orientações de como denunciar.

Os vídeos, que integram a campanha, foram produzidos pelo MPT-RJ, em parceria com o Movimento Humanos Direitos (MHuD), o TRT1 e o Fepeti/RJ.

Panorama – Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) de 2013 apontam a existência de 3,1 milhões crianças e jovens entre 5 e 17 anos de idade trabalhando no Brasil. Desses, 486 mil têm menos de 13 anos. Só no Estado do Rio de Janeiro há cerca de 104 mil crianças nessa situação irregular.

Matérias Relacionadas