‘Junho Violeta’ chama atenção para a violência contra idosos no município
Eventos acontecem entre os dias 10 e 19 de junho

O Dia Mundial de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa, celebrado em 15 de junho, será lembrado em São Gonçalo com diversas atividades, como palestras, música ao vivo, dança e serviços de saúde. O primeiro evento acontece nessa segunda-feira (10), às 9h, com uma série de atividades no Abrigo Cristo Redentor, na Estrela do Norte. Hoje, a instituição atende cerca de 160 idosos conveniados à Prefeitura, Governo do Estado e particular.
Os eventos que acontecem entre os dias 10 e 19 de junho, em diversas unidades de saúde da cidade, contarão com entrega do Estatuto do Idoso, auriculoterapia, alongamento, orientações, palestras e aferição da pressão arterial. As atividades terão participação do Núcleo de Apoio à Saúde da Família (Nasf), Estratégia de Saúde da Família (ESF), além dos programas de Tabagismo, Saúde do Homem, Área Técnica de Nutrição (Atan), Hipertensão e Diabetes, notificação de violência doméstica, sexual e outra violências.
“Queremos disseminar o entendimento de que a violência contra os idosos é uma violação aos direitos humanos”, explica a coordenadora do Programa de Saúde da Pessoa Idosa, Maria da Conceição.
O Junho Violeta, como ficou conhecido o mês onde o tema é massificado, terá suas ações desdobradas sob a pauta intitulada “Violetas contra a violência. Dignidade e respeito para com a pessoa idosa”. A ação visa chamar a atenção da população para as diferentes formas de violência contra os idosos, além de orientar sobre serviços relacionados à saúde, convivência social, assistências específicas para essa faixa etária, como apoio psicológico, e apresentar os canais para denúncias dessas violações, a exemplo do Disque 100.
Segundo a subsecretária de Atenção Básica, Maria Auxiliadora Rodrigues, muitos idosos têm medo de denunciar a violência pela qual passam. “Nós somos uma rede de apoio e proteção ao idoso que dá suporte nesses casos. Existem diversos tipos de violência camuflada, além da violência física”, ressalta Auxiliadora, destacando o canal de denúncias Disque 100. “É só ligar”, acrescenta.