Itaboraí abre inscrições para o ensino fundamental para idosos

Enviado Direto da Redação
As aulas do 1º ao 9º ano acontecem no Centro de Referência de Educação de Idosos, em Ampliação

As aulas do 1º ao 9º ano acontecem no Centro de Referência de Educação de Idosos, em Ampliação

Foto: Divulgação

Com um pouco mais de ano de funcionamento, o Centro de Referência de Educação Municipal de Idosos de Itaboraí (CREMII), localizado no bairro de Ampliação, oferece aulas do 1º ao 9º ano do ensino fundamental, para aproximadamente 130 pessoas, a partir dos 50 anos de idade. E a unidade está com vagas disponíveis para novos estudantes que desejam ingressar ou retomar os estudos, que por algum motivo não pode ser feito anteriormente nas suas trajetórias de vida.

Para matricular-se, é necessário comparecer à secretaria da escola, que fica na Avenida Antônio Gomes, 1.260, em Ampliação, levando os seguintes documentos: identidade, CPF, uma foto 3x4, comprovante de residência e certidão de nascimento/casamento, das 8h às 13h no mês de janeiro, de segunda a sexta-feira.

De acordo com a Prefeitura, o CREMII conta com um espaço preparado e pensado especialmente para oferecer o conforto necessário aos alunos que têm, em média, uma faixa etária de 70 anos de idade.

“O Cremii é uma escola preparada especialmente para receber pessoas da terceira idade e é tudo muito divertido. Fazemos atividades externas, promovemos eventos com os alunos, palestras e cursos”, ressaltou a diretora Mayara Conceição do Ama .

Ainda segundo o Executivo municipal, no CREMII, todas as salas de aula são climatizadas e as classes são divididas em dois turnos, manhã e tarde. Os alunos contam também com atividades extras curriculares, proporcionando uma maior integração entre eles. São palestras com profissionais de saúde, dinâmicas em grupo, espetáculos teatrais, lanches coletivos, comemoração dos aniversariantes do mês.

“Os idosos querem terminar o ensino aqui no CREMII e continuar os estudos. Fazem planos de se tornarem médicos, advogados, além de desenvolverem uma visão crítica para segundo eles, exigirem os próprios diretos”, contou a professora Viviane Rodrigues.

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