Operação Lei Seca completa nove anos nesta terça

Percentual de acidentes caiu gradualmente neste período

Escrito por Redação 18/03/2018 09:56, atualizado em 18/03/2018 09:53

>> Quem é flagrado dirigindo sob a influência de álcool tem a CNH suspensa por 12 meses e paga multa
>> Quem é flagrado dirigindo sob a influência de álcool tem a CNH suspensa por 12 meses e paga multa . Foto: Divulgação




A Operação Lei Seca completa nove anos amanhã. Neste período, o número de pessoas alcoolizadas flagradas ao volante vem caindo gradualmente no estado do Rio de Janeiro. Quando começou a operação, em 19 de março de 2009, o percentual de motoristas abordados embriagados nas blitzes era de 7,9% e esta média caiu para 4,3% em 2017. A comparação entre o número de motoristas abordados e os flagrados com sinais de embriaguez reduziu 45% em nove anos.



“A Lei Seca vem promovendo uma mudança significativa no comportamento e nos hábitos dos motoristas fluminenses desde 2009, quando a operação foi criada. A cada ano o número de condutores embriagados diminui e esse dado reflete diretamente no número de vidas que consequentemente acabam sendo preservadas”, comemora o coordenador geral da operação, tenente-coronel Marco Andrade.


Em nove anos foram realizadas mais de 20 mil ações de fiscalização da Lei Seca por todo o Estado e mais de 2,8 milhões de motoristas foram abordados. Destes, cerca de 183 mil pessoas apresentavam sinais de embriaguez e tiveram suas carteiras de habilitação recolhidas na operação. Segundo a legislação de trânsito em vigor, quem é flagrado dirigindo sob a influência de álcool, ou de qualquer substância psicoativa, terá a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) suspensa por 12 meses, pagará multa de R$ 2.934,70, terá retenção do veículo até a apresentação de um condutor habilitado e o recolhimento do documento de habilitação. E, caso seja flagrado novamente, no período de até 12 meses, a multa será aplicada em dobro, passando a ser R$ 5.869,40.



Câmeras – A operação passou a contar com a tecnologia como aliada para dar mais transparência às abordagens. Cerca de 50 câmeras, distribuídas por nove equipes, filmam todas as abordagens. As câmeras de pequeno porte ficam acopladas ao colete dos policiais e uma outra, um pouco maior, monitora toda a movimentação na tenda, onde os documentos do motorista abordado são checados e onde é realizado o teste com o bafômetro e captam o áudio interno e externo da tenda. Uma Central de Monitoramento funciona 24 horas dando suporte à operação.



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