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Hepatite B: é preciso vacinar

SG tem 67 locais de imunização na rede municipal de saúde, um específico para recém-nascidos

relogio min de leitura | Redação 18 de agosto de 2016 - 12:25
Imagem ilustrativa da imagem Hepatite B: é preciso vacinar
Para aumentar a procura da população pela imunização~na cidade, a Secretaria de Saúde de São Gonçalo divulgou os locais de imunização. A vacina está disponível no Hospital Municipal Luiz Palmier (para os recém-nascidos) e nas 66 salas de vacina do município. Todas as crianças devem receber a primeira dose da vacina contra a Hepatite B no nascimento e devem completar a série de três vacinas até os 6 meses de vida. Jovens menores de 19 que não foram vacinados também devem atualizar suas vacinas. 
A secretaria esclarece ainda que os bebês que não foram vacinados ao nascer podem receber a vacina na primeira visita ao serviço de saúde ou até mesmo as mães durante a gestação em qualquer idade gestacional. A vacina é indicada para recém-nascidos, o mais precoce possível nas primeiras 12 horas de vida. 
A Hepatite B, segundo o Ministério da Saúde infectou cerca de 14 milhões de pessoas em 2015, aproximadamente 7,4% da população. Esta é considerada uma doença silenciosa, que pode evoluir para um problema crônico. Ela é transmitida por vírus e que causa irritação e inflamação do fígado.
Este é um dos tipos de hepatites virais que existem, que são classificadas por letras A, B, C, D e E. A hepatite B é causada pelo vírus B, chamado também de VHB e uma vez dentro do organismo humano, o vírus ataca as células do fígado e começa a se multiplicar, levando à inflamação do órgão. As formas de transmissão do vírus B são de forma sexual, sanguínea e vertical (de mãe para filho durante o parto).
 
Transmissão e sintomas - A Hepatite B é considerada uma doença sexualmente transmissível (DST), pois pode ser transmitida através de relações sexuais de forma desprotegida. A transmissão sanguínea ocorre por meio do compartilhamento de seringas com sangue contaminado, acidentes com material perfurante contaminado, entre trabalhadores da área da saúde, por meio de pequenos ferimentos presentes na pele e nas mucosas, hemodiálise e transfusão de sangue.
Os sintomas surgem de dois a quatro meses após o contato com o vírus, e sua intensidade varia de pessoa para pessoa. Os principais sintomas da doença são: dor abdominal e nas articulações, urina escura, febre, perda de apetite, náusea e vômitos, fraqueza, fadiga e amarelamento da pele (icterícia).

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