Saúde do homem é tema de capacitação no Teatro Municipal

Peça teatral mostrou a importância do diagnóstico precoce para servidores

Escrito por Redação 25/11/2021 11:35, atualizado em 25/11/2021 13:14
‘Homem de honra - a importância da humanização no acolhimento do homem no Sistema Único de Saúde’
‘Homem de honra - a importância da humanização no acolhimento do homem no Sistema Único de Saúde’ . Foto: Divulgação

Dando continuidade aos eventos do Novembro Azul, o mês dedicado à saúde do homem, a Secretaria de Saúde e Defesa Civil de São Gonçalo e o Núcleo de Educação Permanente em Saúde (Neps) realizaram, na noite desta quarta-feira (24), no Teatro Municipal de São Gonçalo, uma capacitação para servidores, através da peça teatral ‘Homem de honra- a importância da humanização no acolhimento do homem no Sistema Único de Saúde’.

Através da atuação teatral, o espetáculo falou abertamente sobre a saúde do homem que, por muitas vezes deixa de ir ao médico por vergonha e não tem o hábito de realizar exames de rotina, mostrando a importância do diagnóstico preventivo na saúde do homem.

O diagnóstico precoce tem papel essencial no tratamento do câncer de próstata, o segundo tipo de câncer mais comum no Brasil, perdendo em número de casos apenas para o câncer de pele.

“O objetivo dessa capacitação é mostrarmos aos servidores a importância da humanização e acolhimento dos usuários nas unidades municipais de saúde, seguindo as diretrizes da Política Nacional de Humanização – HumanizaSUS, dedicada à valorização dos usuários, trabalhadores e gestores que atuam na saúde do nosso município”, disse Aline Serra, coordenadora do Neps.

De forma específica a peça retratou, em uma situação fictícia, a importância do diagnóstico precoce do câncer de próstata, quebrando tabus sobre temas muitas vezes ridicularizados e pouco falados pelo homem, como o exame de toque retal, para identificar possíveis alterações na próstata. A importância dos agentes comunitários de saúde também foi pontuada na peça, mostrando a importância desses profissionais que são a ponte entre população e atendimento ambulatorial realizado nas unidades de saúde.

A peça teve como público subsecretários, servidores da saúde coletiva, atenção básica, agentes comunitários de saúde e coordenadores.

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