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Microcefalia: casos devem cair

Ministério da Saúde muda critérios para diagnosticar doença em recém-nascidos

relogio min de leitura | Redação 04 de dezembro de 2015 - 20:19

Foi adotada medida de 32 centímetros para identificar possível má formação do crânio do bebês

Foto: Divulgação

O Ministério da Saúde mudou os critérios para o diagnóstico de casos de microcefalia relacionada ao vírus Zika e adotou a medida de 32 centímetros como o ponto de partida para triagem e identificação de bebês não prematuros com possibilidade de terem a malformação no crânio.

Com a determinação, parte dos 1.248 casos considerados como suspeitos de microcefalia podem ser descartados. O número atualizado de 2015 deve ser divulgados pelo Ministério na próxima terça-feira (8).

Até então, estavam sendo considerados casos suspeitos aqueles em que a criança nascia com menos de 33 centímetros de perímetro cefálico, de acordo com o Ministério da Saúde, para incluir um número maior de bebês na investigação.

Depois de ter o perímetro cefálico medido, para ter o diagnóstico confirmado, a criança precisa ainda passar por outros exames.

Ainda de acordo com o Ministério, a medida segue recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), que considera 32 centímetros a medida padrão mínima para a cabeça de recém-nascidos não prematuros.

O perímetro cefálico, medida da cabeça feita logo acima dos olhos, varia conforme a idade gestacional do bebê. Segundo o Ministério da Saúde, para a população brasileira, 33 centímetros é considerado normal.

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