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Homem levado à delegacia acusado de matar crianças na Baixada não tem relação com o caso, afirma polícia

Polícia Civil divulgou nota na tarde desta terça-feira, 12

relogio min de leitura | Escrito por Redação | 12 de janeiro de 2021 - 10:25
Meninos têm entre 8 e 11 anos
Meninos têm entre 8 e 11 anos -

Um homem foi capturado por moradores da Comunidade Castelar, em Belford Roxo, na região metropolitana do Rio, e levado à delegacia de homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), acusado de matar três meninos, entre 8 e 11 anos, que estão desaparecidos desde o dia 27 de dezembro. Testemunhas contaram que ele confessou ter matado os meninos em um ritual de magia negra. As informações foram veiculadas pelo jornal O DIA.

Após saberem da captura do suspeito, familiares dos meninos acamparam na madrugada desta terça-feira (12) na porta da sede da DHBF, em busca de informações que levem ao paradeiro deles.

Segundo os agentes de plantão na DH, o homem, porém, não confessou o crime e disse ter sido torturado por traficantes dentro da comunidade. Os meninos Lucas Matheus, Alexandre da Silva e Fernando Henrique, que têm entre 8 e 11 anos, estão desaparecidos desde que saíram de casa para brincar em um campo de futebol, no dia 27 de dezembro.

Segundo testemunhas, eles foram vistos pela última vez na Feira de Areia Branca. O núcleo de Descoberta e Paradeiro da DHBF investiga o sumiço das crianças. 

Atualização - Em nota divulgada na tarde desta sexta-feira, 12, após ampla repercussão do caso, a Polícia Civil divulgou uma nota onde descarta o envolvimento do homem no desaparecimento das crianças. A polícia ainda faz um alerta em relação ao compartilhamento de informações falsas.

"A Secretaria de Estado de Polícia Civil (Sepol) informa que o homem, encaminhado à Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), não tem relação com o desaparecimento dos três meninos em Belford Roxo. Após investigação e análise dos fatos, foi descartada a possibilidade. Trata-se de notícia falsa! A Polícia Civil reforça a importância de não se compartilhar informações sem garantia da veracidade", afirma a nota.

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