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DH da Baixada busca novas informações sobre meninos desaparecidos em Belford Roxo

Crianças estão desaparecidas desde 27 de dezembro

relogio min de leitura | Redação 10 de janeiro de 2021 - 16:53
Caso está sendo acompanhado pelo governador em exercício, Claudio Castro
Caso está sendo acompanhado pelo governador em exercício, Claudio Castro -

A busca por três crianças desaparecidas em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, ainda continua. Após a grande repercussão nas redes sociais e grupos de WhatsApp, o caso recebeu mais atenção e grandes proporções. O núcleo de Descoberta e Paradeiro da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) realizou, neste domingo (10), uma operação na Feira de Areia Branca, também em Belford Roxo, para tentar identificar testemunhas que possam ter visto os três garotos. Porém, não foram encontradas pessoas que tivessem pistas sobre a localização das crianças. As buscas continuam em andamento.

As crianças foram vistas pela última vez no dia 27 de dezembro. Lucas Matheus, de 8 anos, o primo dele, Alexandre da Silva, 10, e Fernando Henrique, de 11, saíram de casa para brincar em um campo de futebol e não foram vistos desde então.

A Polícia Civil vem realizando diligências para conseguir informações que levem ao paradeiro dos meninos desde o registro do desaparecimento feito na delegacia. Foram analisadas mais de 40 câmeras que poderiam ter registrado o caminho que as crianças seguiram.

Foram ouvidos familiares e testemunhas, e a Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense realizou diligências em pelo menos 30 locais na capital e em outros municípios da Baixada Fluminense, tendo como base informações sobre o paradeiro das crianças.

Ao longo da última semana, a DHBF procurou pistas dos meninos. O caso é acompanhado pelo governador em exercício, Claudio Castro, que mobilizou as forças de segurança do estado para localizar as crianças.

Segundo a Polícia Civil e a Fundação para a Infância e Adolescência (FIA), pessoas estão fornecendo informações falsas que acabam atrapalhando o curso das investigações. A polícia e a família receberam mais de 20 denúncias com informações de locais por onde os meninos teriam passado.

A família acredita que as crianças ainda estão vivas e estão sendo mantidas em cárcere privado por alguém. 

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