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Polícia prende quadrilha especializada em aplicar golpes em turistas no Galeão

Três integrantes da quadrilha foram presos

relogio min de leitura | Escrito por Redação | 24 de novembro de 2020 - 08:00
Com os acusados foram apreendidos R$ 3.528,00 em dinheiro, um táxi, duas máquinas de cartão e uma tabela com valores bem acima do praticado
Com os acusados foram apreendidos R$ 3.528,00 em dinheiro, um táxi, duas máquinas de cartão e uma tabela com valores bem acima do praticado -

Policiais civis da Delegacia do Aeroporto Internacional (DAIRJ) prenderam em flagrante, nesta segunda-feira (23/11), três homens que integram uma quadrilha especializada em aplicar golpes em turistas, no Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão). Com os acusados foram apreendidos R$ 3.528,00 em dinheiro, um táxi, duas máquinas de cartão e uma tabela com valores bem acima do praticado pelos taxistas credenciados.

As investigações iniciaram após a prisão de duas pessoas, no dia 15 de setembro deste ano, com uma quantia em dinheiro em reais, dólares e euros. Nesta segunda, após um casal ser vítima dos acusados, os agentes analisaram imagens de câmeras de segurança e identificaram dois suspeitos, que atuavam como “maleiros” - carregadores de malas -, além de um homem com um táxi pirata.

Segundo os policiais da DAIRJ, ao se dirigir para o Galeão, na Ilha do Governador, o casal percebeu que estava no aeroporto errado, uma vez que o embarque seria no Aeroporto Santos Dumont, no Centro do Rio. As vítimas foram abordadas pela dupla de “maleiros” e foram convencidas a embarcar em um táxi pirata. Os acusados cobraram pela corrida o valor de R$ 140,00 até o aeroporto correto, sendo que a quantia paga pelo aplicativo para fazer o trajeto custa em torno de R$ 20,00 a R$ 40,00.

O grupo estava ciente de que não havia tempo para o check-in no aeroporto e aproveitou a ansiedade do casal para convencer a entrar no táxi pirata, que não possuía nem mesmo taxímetro. De acordo com as investigações, o taxista pagava uma parte do dinheiro recebido aos "maleiros" como comissão pela indicação da vítima. O restante ficava com ele.

Os acusados foram autuados pelos crimes de estelionato, associação criminosa e exercício ilegal de profissão ou atividade.

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