Portal dos Procurados pede informações sobre envolvidos na morte de PM do Bope
Militar foi assassinado na manhã da última quinta-feira (13)

O Portal dos Procurados divulga nesta sexta-feira, dia 14/08, cartaz com titulo – Quem Matou? - para ajudar a Delegacia de Homicídios da Capital – DH – e ao Grupo de Pronta Resposta da Coordenadoria de Inteligência da PMERJ (GPRI) com informações que possam identificar e levar a prisão dos envolvidos na morte do Cabo da Policia Militar Francis Nascimento da Cruz, de 39 anos.
O militar foi encontrado ferido por disparos de arma de fogo, no interior de um veiculo que estava na Estrada do Pedregoso, em Campo Grande, Zona Oeste do Rio, na manhã da última quinta-feira (13), com um tiro na cabeça.
Na ocasião, o militar foi socorrido ao Hospital Municipal Albert Schweitzer, em estado grave, mas, infelizmente, na tarde desta sexta (14), ele não resistiu aos ferimentos e morreu.
Francis era lotado no Batalhão de Operações Especiais – BOPE – e entrou na corporação em setembro de 2009, ele deixa uma esposa grávida e um filho. Em nota o comando do Bope afirma estar prestando todo apoio à família do policial.
Até o momento, não há confirmação de horário e local do sepultamento.
Com a morte do CB Francis, chega a 39 o número de Agentes de Segurança Pública assassinados no Rio de Janeiro em 2020, sendo 30 da Policia Militar, 01 da P Federal, 02 do Corpo de Bombeiros, 02 da Policia Civil, 02 da Marinha do Brasil, e 02 Policial Penal da SEAP.
Quem tiver qualquer informação a respeito da localização dos assassinos do agente de segurança, favor denunciar pelos seguintes canais: Whatsapp Portal dos Procurados (21) 98849-6099; pelo facebook/(inbox), endereço: https://www.facebook.com/procuradosrj/, pelo mesa de atendimento do Disque-Denúncia (21) 2253-1177, ou pelo Aplicativo para celular – Disque Denúncia – . O Anonimato é garantido.
Todas as denúncias sigilosas sobre o caso serão encaminhadas ao Grupo de Ação Conjunta (GAC) - formado pelo Núcleo de Investigação de Morte de Policiais da Delegacia de Homicídios da Capital (NIMP) e o Grupo de Pronta Resposta da Coordenadoria de Inteligência da PMERJ (GPRI) encarregadas do caso e que tem como prioridade prender os envolvidos na morte de agentes de segurança.